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terça-feira, 29 de julho de 2014

O Cuidado ao Falar e a Religião Pura - Lição 5

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Introdução
I. PRONTO PARA OUVIR E TARDIO PARA FALAR
Certa vez, Zenon, um pensador clássico, disse que temos dois ouvidos e uma boca por um simples motivo: para que possamos ouvir mais e falar menos. Por mais que essa ideia, para algumas pessoas seja engraçada, traz uma realidade importante para a nossa vida: Precisamos aprender a controlar melhor o nosso tempo gasto com essas duas atitudes inerentes da nossa natureza: ouvir a falar.
O Ato de Ouvir
Por meio da audição, podemos captar informações que influenciarão nossas vidas. Um toque de corneta pode conduzir uma tropa inteira. Um comício inflamado pode trazer uma revolução.
Uma pregação direcionada pelo Espírito Santo pode trazer salvação a uma pessoa. Portanto, o ato de ouvir pode definitivamente mudar nossa vida.
O ato de ouvir implica a posterior tomada de decisão. Adão e Eva ouviram o conselho de Deus no tocante ao fruto da ciência do bem e do mal, e obedeceram até que ouviram uma opinião contrária, a da serpente, e resolveram acolher os conselhos que os levariam à morte. Ouvir as palavras certas das pessoas certas faz muita diferença.
A fé vem pelo ouvir da Palavra de Deus. Ouvir o que Ele diz é o primeiro passo para que possamos obedecê-lo. Além de ser um exercício que nos impulsiona à humildade, o ato de ouvir o que Deus nos diz nos dá a certeza de que estamos no caminho que Ele realmente preparou para que seguíssemos.
Ouvir as pessoas também é recomendado por Tiago. Provérbios diz: “Porque com conselhos prudentes tu farás a guerra; e há vitória na multidão dos conselheiros” (Pv 24.6). Ao tratar do repasse dos seus ensinos a outros, o apóstolo Paulo recomenda a Timóteo: “E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros” (2 Tm 2.2). O que Timóteo ouvira de Paulo deveria ser repassado a outros homens que tivessem idoneidade e fidelidade para que não alterassem a mensagem apostólica. Portanto, ouvir a Deus é um dever, e ouvir para aprender com os outros é igualmente importante.
Nossas palavras devem acompanhar nossas atitudes. Como servos de Deus, somos chamados a usar nossas palavras de forma sábia e edificante. “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que o ouvem” (Ef 4.29).

O Ato de Falar
Falar é um presente de Deus. Poder exprimir nossas opiniões, desejos e anseios não apenas é uma dádiva divina, mas também exige uma grande responsabilidade, pois nossas palavras podem tanto edificar vidas quanto podem também destruí-las. Por isso, é necessário ter responsabilidade com aquilo que falamos.
Nossas palavras devem acompanhar nossas atitudes. Como servos de Deus, somos chamados a usar nossas palavras de forma sábia e edificante. “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que o ouvem” (Ef 4.29). Mas também somos chamados a ter um profundo compromisso entre o que falamos e o que vivemos. De nada adianta ter um discurso ortodoxo se nossa prática de vida não corresponde às palavras que falamos. Se levarmos a sério isso, concluiremos que é melhor ficar calados até que nossas atitudes sejam coerentes com nossas palavras.
Deus não nos impede de falar, mas pede que o façamos de forma coerente e com sabedoria. Lembremo-nos do conselho de Provérbios 13.3: “o que guarda sua boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os lábios tem perturbação”.
Controlando sua Ira
Tiago nos incentiva a ser pessoas que demoram a irar-se. Ele não diz que isso é fácil. Irar-se é uma das coisas mais simples do mundo. Basta que nos deparemos com alguma adversidade que nos impeça de realizar certos planos, ou com alguma situação que aos nossos olhos seja injusta.
A ira é uma obra da Carne. Ela tem a tendência de despertar as reações mais terríveis no ser humano. Uma pessoa irada age de uma forma que não agiria se estivesse em seu juízo perfeito.
A ira da qual Tiago fala está vinculada com o ato de ouvir e falar: “... todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não opera a justiça de Deus” (Tg 1.19b, 20). Pessoas que falam muito tendem a errar muito, e pessoas iradas costumam destilar raiva e ódio em suas palavras.
Tiago encerra seu pensamento de forma interessante: “A ira do homem não opera a justiça de Deus”. Além de falar sobre ouvir muito e falar pouco, ele menciona dois elementos a mais em seu discurso: a ira humana e a justiça divina.
Esses dois elementos citados no mesmo verso estão extremamente distantes um do outro. A ira do homem pode ser justa aos seus próprios olhos, mas isso não significa que ela é justa aos olhos de Deus. E um momento de indignação pode colocar muitas coisas a perder na vida de um cristão além de não garantir a bênção de Deus. O Eterno não se deixa levar pela raiva humana, ainda que essa aparente ser lícita. E se a ira humana fosse o referencial para que Deus agisse, não faltaria julgamento divino para todas as pessoas. Por qual motivo Deus não age de acordo com a sua justiça quando somos ofendidos, humilhados ou perseguidos?
Primeiro, porque Ele é misericordioso. Mesmo os nossos ofensores podem ser alcançados pela graça de Deus, da mesma forma que nós fomos alcançados. Segundo, o padrão de justiça divina não é como o nosso. Temos a tendência de ser imediatistas, mas Deus tem seu próprio tempo para agir em nosso favor e para julgar as injustiças com as quais somos acometidos. E terceiro, Deus espera que controlemos nossas reações emocionais. Deus sabe que tendemos à ira, mas Ele espera que não sejamos dominados por ela.
Pregadores irados provavelmente não conseguirão alcançar almas para o Reino de Deus. Professores irados certamente não conseguirão repassar seus ensinos, e crentes iracundos não conseguirão refletir a obra de Deus em suas vidas. Deus tem seu próprio senso de justiça, e ele em nada se parece com o nosso. Isso pode nos parecer injusto, mas precisamos aprender a confiar em Deus e em sua justiça.

II. PRATICANDO A PALAVRA DE DEUS
“Pelo que, rejeitando toda imundícia e acúmulo de malícia, recebei com mansidão a palavra em vós enxertada, a qual pode salvar a vossa alma. E sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não cumpridor, é semelhante ao varão que contempla ao espelho o seu rosto natural; porque se contempla a si mesmo, e foi-se, e logo se esqueceu de como era. Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecido, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito.” (Tg 1.21-25)
Enxertai-vos na Palavra
Tiago fala que devemos receber com mansidão a Palavra que em nós foi colocada. Mas antes disso ele diz que é preciso rejeitar toda a imundícia e acúmulo de malícia. O que isso significa? Que além de receber a Palavra de Deus, é preciso rejeitar tudo o que a Palavra de Deus condena. É uma questão de cumulatividade (recebo a Palavra de Deus e rejeito o pecado). Nossa tendência é acumular imundícia e malícia por causa de nossa natureza pecaminosa, mas esses dois elementos devem ser substituídos pela Palavra de Deus e seus efeitos em nossas vidas. A expressão “malícia”, no grego, é kakia, melhor traduzida como “maldade”. Em todo o contexto, a maldade não pode conviver com um coração sábio e dominado pelos princípios da Palavra de Deus. Ou praticamos o que Deus diz ou privilegiaremos a maldade e as demais características rejeitadas pelo Senhor.
A recompensa por essa atitude é a salvação da alma. Aqui encontramos mais uma característica dos escritos de Tiago: a prática que espelha a salvação. Mais uma vez, Tiago mostra que as obras são um reflexo (e não o caminho) da salvação.
Praticando a Palavra
Mais do que ter a Palavra em nosso coração, é preciso exteriorizar o evangelho em nossas vidas. E curiosa à observação de Lawrence O. Richards para esta parte do texto bíblico:
Tiago argumenta que olhar para a Palavra de Deus e não agir de acordo como que vemos ali significa que o que encontramos ali nas Escrituras não tem significado para nós.
Essa palavra, “significado”, indica importância. Se lemos e ouvimos a Palavra de Deus e não praticamos o que ela diz estamos dizendo que o que Deus falou não tem importância alguma para nossas vidas. Se o que Ele falou não é importante, podemos entender também que Ele mesmo não é importante para nós. Pensemos nisso da próxima vez que formos ler ou ouvir a Palavra de Deus.
Tiago nos desafia em seu escrito a ser praticantes da Palavra, e não apenas ouvintes. Primeiro ouvimos o discurso e depois o praticamos. Não é razoável ler, estudar e ouvir a Palavra de Deus se não temos o objetivo de seguir o que ela nos apresenta. Se temos respeito pela Palavra, é imperativo obedecê-la.
Tiago parece um mestre que ensina, lembra e relembra a seus alunos a que tenham uma vida voltada para atitudes que espelham a salvação. É como se a expressão “pratique a Palavra” fosse uma senha para uma questão difícil da uma prova. Para que façamos a diferença neste mundo, pratiquemos a Palavra. Para que aprendamos a domar nossa língua, pratiquemos a Palavra. Para nos afastarmos da maldade e de toda impureza, pratiquemos a Palavra. Para sermos sábios, pratiquemos a Palavra. A prática, como diz um ditado, conduz à perfeição, e no nosso caso, nos aproxima cada vez mais de Deus.
Pregadores irados provavelmente não conseguirão alcançar almas para o Reino de Deus. Professores irados certamente não conseguirão repassar seus ensinos, e crentes iracundos não conseguirão refletir a obra de Deus em suas vidas.

III. A RELIGIÃO PURA E VERDADEIRA
“Se alguém entre vós cuida ser religioso e não refreia a sua língua, antes, engana o seu coração, a religião desse é vã. A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e guardar-se da corrupção do mundo.” (Tg 1.26,27)
A Falsa Religiosidade
A palavra “religião” vem do latim “religare”, e traz a ideia de religar o homem a Deus. Religião pode ser considerada resumidamente como um conjunto de práticas que os fiéis realizam, dentro de seus cultos.
Tiago fala da religião pura e verdadeira em contraposição à religião falsa. Salvo melhor juízo, esse texto de Tiago não nos parece indicar uma contraposição apologética contra outras formas de manifestações religiosas não cristãs, como as outras religiões que o mundo possuía na época. Ao que parece, Tiago está associando, dentro da comunidade cristã, a verdadeira religião com práticas adequadas, e mostrando que a fé verdadeira está associada não apenas à fé, mas com o que fazemos para espelhar nossa fé.
A Verdadeira Religião
Aqui há uma expressão que deve nos chamar a atenção: “A religião pura e imaculada para com Deus...”. O conceito de religião está mais atrelado à ideia de espiritualidade demonstrada dentro de uma comunidade. Tiago, em contraposição, mostra que Deus se vincula às nossas práticas de amor e misericórdia para com pessoas que estão à margem da sociedade: órfãos e viúvas nas suas tribulações.
Tiago apresenta uma realidade que está vinculada à prática da verdadeira religião: cuidar daqueles que nos estão próximos. A família, ou membros dela, deveriam ser assistidos sempre. De acordo com Henry Daniel-Rops,
Os ensinamentos dos rabinos enfatizavam a ideia de que “não cuidar do irmão” era de fato agir como Caim, e elogiavam o exemplo de José, que perdoou os irmãos perversos que tentaram matá-lo, e ao se tornar governador do Faraó, recebeu-os bem e estabeleceu-os na terra de Gósen. Era assim que se comportava o verdadeiro israelita.
A orfandade ocorria quando um dos membros da família com responsabilidade de ser o provedor morria, deixando seus dependentes desassistidos. Filhos sem pais estariam à mercê de tribulações não apenas financeiras, mas também relacionadas à fé.
A viuvez, como também a orfandade, era advinda igualmente da morte, mas de um dos cônjuges. De acordo com o texto, Tiago não cita viúvos, e sim viúvas. Claro que um homem poderia ficar viúvo, mas não há indicações de que ele deveria ser ajudado da mesma forma que a viúva pela igreja. Isso não significa que um viúvo não devesse ser ajudado, pois a perda de um cônjuge tem efeitos dolorosos no cônjuge sobrevivente. Entretanto, de forma geral, as mulheres geralmente cuidavam da casa e da educação dos filhos, enquanto o homem deveria ser o provedor das necessidades advindas do lar. Uma vez que a morte recolhia o provedor, não raro a viúva ficava desassistida, caso seus filhos não tivessem a idade para se unirem e manterem sua mãe.
Uma viúva não poderia trabalhar nem mesmo ter herança, pois esta ia para o filho mais velho da família. Se não houvesse socorro dentro de casa, as viúvas acabariam mendigando ou se vendendo como escravas.
Nesses dois casos, como vimos, os fatores em comum são a morte e as tribulações advindas dela. Um exemplo clássico no Antigo Testamento é o caso da viúva de um profeta nos dias de Eliseu. O esposo dessa mulher frequentava a escola de profetas, mas faleceu e deixou dívidas que precisavam ser quitadas. Como a mulher não tinha bens para adimplir as obrigações contraídas pelo seu esposo, os credores lhe bateram à porta para serem ressarcidos ou levariam os filhos daquele casamento. Aquelas duas crianças órfãs de pai seriam escravas dos credores. A situação era de fato terrível. Não bastava que as crianças fossem privadas do convívio e do exemplo de seu pai. Eles deveriam sair de casa e se tornarem escravos e isso deixou a mãe apavorada. Mas havia um profeta em Israel, e essa mãe foi falar com o servo de Deus.
O profeta Eliseu orientou a viúva a que se provesse de vasos para colocar azeite. O líquido, por mais que de pouco valor agregado em relação a custo, seria multiplicado e deveria ser vendido para pagar a dívida e permitir que a família vivesse do que sobrou (Eliseu não diz que a mulher deveria pegar os recursos adquiridos com a venda do azeite e fugir da cidade para evitar quitar o compromisso, e Deus honrou aquela mulher porque ela entendeu que deveria pagar a dívida contraída pelo seu falecido marido).
Deus não se esquece dos órfãos e viúvas, e ordena que os cristãos façam o mesmo, ou seja, que sejam usados por Deus cuidando dessas pessoas. Acima de tudo, o desafio é que a igreja hoje exerça a misericórdia para com as pessoas que justamente não podem retribuir na mesma medida de bondade. Isso mostra não apenas a prática da sabedoria, mas também a concretização daquilo que Deus deseja de nós.
Guardando-se da Corrupção
Além de visitar órfãos e viúvas nas suas necessidades, é preciso que nos resguardemos da corrupção do mundo. E possível que uma pessoa corrupta faça atos de caridade em prol dos mais desassistidos? Sim. Mas aos olhos de Deus, guardar-se do sistema deste mundo e de suas tendências corruptas faz parte da demonstração da verdadeira religião aos olhos de Deus. A corrupção do mundo pode contaminar nossos corações, e por isso devemos ficar distantes dela.
Assim, é a fé que agrada a Deus. Mais que cerimônias, Deus quer de nós atitudes.

                                                                        Alexandre Coelho


Bibliografia utilizada:
Manual da Bíblia de Aplicação Pessoal. CPAD
Vincent — Estudo no Vocabulário Grego do Novo Testamento. CPAD
Mathew Henry — Comentário Bíblico do Novo Testamento. Atos a Apocalipse. CPAD
Comentário Bíblico Beacon — Volume 10. CPAD
Comentário Bíblico pentecostal do Novo Testamento — Volume 2. CPAD
Comentário do Novo Testamento Aplicação Pessoal. CPAD Teologia do Novo Testamento. Roy B Zuck. CPAD Dicionário Vine. CPAD Dicionário Bíblico Wycliffe. CPAD.
O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo. Russel Norman Champlin. Milenium.
Uma Introdução aos Escritos do Novo Testamento. Erick Mauerhofer, Editora Vida.
Estudos no Cristianismo não Paulino. F F Bruce. Shedd Publicações.
Homens com uma Mensagem. John Stott. Cultura Cristã
Introdução ao Novo Testamento. D. A. Carson, Douglas J. Moo e Leon Morris. Vida Nova.
O Novo Testamento, sua Origem e Análise. Merril C. Tenney. Vida Nova.

Panorama do Novo Testamento. Robert H. Gundry. Vida Nova.
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domingo, 27 de julho de 2014

Lição 5: O Cuidado ao Falar e a Religião Pura

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TEXTO ÁUREO
"[...] Mas todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar" (Tg 1.19).

VERDADE PRÁTICA
As nossas palavras podem, ou não, evidenciar a sabedoria de Deus.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Tiago 1.19-27

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Palavra Chave:
Religião: Neste livro são crenças e práticas relacionadas à convicção de que há algo ou alguém superior ao ser humano individual, uma devoção a tudo que é considerado sagrado, que unem seus seguidores numa mesma comunidade moral, chamada Igreja.

Muitos cristãos precisam parar de se Enganar. A ênfase desta lição é sobre o engano próprio. "Enganando-se a si mesmo" (Tg 1.22 NVI); "engana-se a si mesmo" (Tg 1.26). Se um cristão peca porque Satanás o engana, é uma coisa. Mas se o cristão engana a si mesmo, a questão é muito mais séria.
Muita gente engana a si mesma convencendo-se de que tem a salvação, quando, na verdade, pode ser que não tenha (Ver Mt 7.22, 23). No entanto, há cristãos autênticos que enganam a si mesmos com respeito a sua vida com Deus. Pensam que são espirituais, quando, na verdade, não o são. Uma das características da pessoa madura é a capacidade de olhar para si mesma com honestidade, conhecer a si mesma e reconhecer suas necessidades.
A realidade espiritual é resultante de um relacionamento correto com Deus por meio de sua Palavra. A Palavra de Deus é verdade (Jo 17:17), e se nos relacionamos corretamente com a verdade de Deus, não é possível ser desonestos nem hipócritas. Nestes versículos, Tiago afirma que temos três responsabilidades para com a Palavra de Deus e, se cumprirmos as três, teremos uma vida cristã bem melhor, e não apenas uma religião aparente.

I. PRONTO PARA OUVIR E TARDIO PARA FALAR (Tg 1.19,20)
1. Pronto para ouvir. A comunicação é a chave para um relacionamento saudável. Dependendo da maneira como nos comunicamos, podemos dar vida ou matar um relacionamento. No século da comunicação virtual, estamos cada vez mais próximos das máquinas e mais distantes das pessoas. O verdadeiro crente deve saber se controlar tanto verbal quanto emocionalmente. Deve saber lidar com a palavra e também com a ira. Analisaremos o conselho de Tiago:
Em primeiro lugar, ele deve ser pronto para ouvir (1.19a). O termo “pronto”, no grego, é táxys, de onde vem nossa palavra táxi (rápido). O táxi é um carro de serviço. Ele deve estar sempre disponível. Seu objetivo é atender o cliente, sempre. Se vamos usar um táxi, é porque temos pressa. Não podemos esperar.
Assim ocorre também com a comunicação. Devemos ter rapidez para ouvir. Zenão, o pensador antigo, dizia: “Temos dois ouvidos, mas apenas uma boca; assim podemos escutar mais e falar menos”. Temos de considerar ainda que nossos ouvidos são externos, mas nossa língua está amuralhada de dentes. E preciso que estejamos prontos para ouvir a voz de Deus, a voz da consciência, a voz de nosso próximo. Hoje estamos perdendo o interesse em ouvir, e o resultado disso é a família em desarmonia, é a sociedade fragmentada. Se nós estivéssemos prontos para ouvir, com a mesma disposição que estamos prontos a falar, certamente haveria menos ira e mais encontros abençoadores e saudáveis entre nós.
Ouvir é uma arte difícil de se dominar, pois significa ter um forte interesse pela pessoa que está falando. Ouvir é a arte de fechar a boca e abrir os ouvidos e o coração. Ouvir é amar o próximo como a si mesmo: suas preocupações e problemas são importantes o suficiente para serem ouvidos.
“O que guarda a sua boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os seus lábios tem perturbação.” (Pv 13.3).“ Tens visto um homem precipitado nas suas palavras? maior esperança há dum tolo do que dele.” (Pv 29.20). “Não te apresses no teu espírito a irar-te, porque a ira abriga-se no seio dos tolos” (Ec 7.9). A pessoa verdadeiramente sábia e piedosa nas Escrituras não é a que sempre tem algo a dizer, mas é a pessoa que ouve os outros, que considera tudo em espírito de oração e só então fala em termos moderados.
Precisamos também ouvir o que a palavra de Deus tem a nos dizer caso contrário om Eterno não opera em nossa vida a menos que possamos dar ouvidos a Sua Palavra. Jesus não disse apenas "Considerem atentamente o que vocês estão ouvindo" (Mc 4.24 NVI), mas também " Vede pois como ouvis" (Lc  8.18). Muitas pessoas encontram-se na triste situação em que “vendo, não veem; e, ouvindo, não ouvem nem compreendem"(Mt  13.13).
 2. Tardio para falar. Em segundo lugar, ele deve ser tardio para falar (1.19b). Para ouvir eles deveriam ser rápidos e dispostos, mas para falar deveriam ser Tardios. Precisamos estar atentos sobre o que falamos, como falamos, quando falamos, com quem falamos e por que falamos. John MacArhur Jr. comenta sobre essa questão do muito falar: “É estimado que, em média, as pessoas falam 18.000 palavras em um dia, o suficiente para preencher 54 páginas de um livro. Em um ano, esse montante será suficiente para preencher 66 volumes de 800 páginas!... Assim, em média, as pessoas passam um quinto de seu tempo de vida falando.”
A palavra “tardio”, no grego, é brádys. Essa palavra dá a ideia de uma pessoa que tem dificuldades intelectuais para compreender logo de início o que lhe foi dito; e necessita, portanto, de tempo para reflexão. O que Tiago quer dizer é que devemos refletir primeiro, e não falar de imediato. E preciso saber a hora de falar e também o que falar. O que temos a dizer é verdadeiro? E oportuno? Edifica? Transmite graça aos que ouvem?
Geralmente falamos antes de pensar, de ouvir, de orar, de medir as consequências. Devemos ter muito cuidado com isso, pois: “A morte e a vida estão no poder da língua...” (Pv 18.21). As palavras podem dar vida ou matar.
Há um provérbio inglês que diz: “Tu és senhor da palavra não dita; a palavra dita é teu senhor”. Por isso, Davi orava a Deus e pedia: “Põe, ó Senhor, uma guarda à minha boca: guarda a porta dos meus lábios” (SI 141.3). Sócrates dizia que precisamos sempre passar nossas palavras por três peneiras: é verdade?; é com a pessoa certa?; é oportuno?
3. Controle a sua ira. Em terceiro lugar, ele deve ser tardio para irar-se (1.19). Novamente encontramos o termo brádys. Tiago está dizendo que a ira deve ser tratada com reflexos lentos. A maior demonstração de força está no autodomínio, e não no domínio sobre os outros. “Melhor é o longânimo do que o valente, e o que governa o seu espírito do que o que toma uma cidade” (Pv 16.32). Em geral, a ira humana é desgovernada, destruidora e pecaminosa. E obra da carne, e não opera a justiça de Deus.
Há dois perigos com respeito à ira: primeiro, a explosão da ira, ou seja, o temperamento indisciplinado. Segundo, a implosão da ira, ou seja, o temperamento encavernado. Uns atacam e quebram tudo à sua volta quando estão irados. Outros guardam a ira e levam-na para o seu interior. Mas essa fera enjaulada destrói tudo por dentro: a saúde, a paz e a comunicação com Deus e com o próximo.
Precisamos aprender a lidar com nossos sentimentos. Um indivíduo temperamental provoca grandes transtornos na família, no trabalho, na igreja e na sociedade. Muitas pessoas tentam encobrir seus pecados dizendo que são sinceras, que não levam desaforo para casa e que, depois de explodirem, tudo volta à normalidade. O problema é que, na explosão da ira, elas jogam estilhaços para todos os lados. Alguém que não tem domínio próprio fere e machuca quem está ao seu redor. Por outro lado, o congelamento da ira é um mal terrível. Há muitos que ficam como um vulcão em efervescência. Estão em aparente calma, mas as lavas incandescentes lhes queimam por dentro. A mágoa produz grandes transtornos. Onde ela prevalece, reina a doença, e Satanás acaba levando vantagem (2Co 2.11).

II. PRATICANTE E NÃO APENAS OUVINTE DA PALAVRA (Tg 1.21-25)
1. Enxertai-vos da Palavra (v.21). Nestes últimos tempos, o Senhor tem derramado Sua Palavra em profusão. Você tem recebido muito. Mas é o momento de se perguntar: “Como tenho recebido tudo isso?” O que o Senhor lhe dá é sempre precioso, uma semente boa que tem em si toda a capacidade de gerar frutos. Que tipo de terreno tem sido seu coração? O próprio Jesus se preocupa com isso. Então, apresenta a Parábola do Semeador (ver Mt 13.4-9).
É o momento de se perguntar: “Que tipo de terreno tenho sido?” Existe aquele terreno que acolhe a Palavra, mas não a retém, não a guarda, recebe a Palavra apenas festivamente (com leviandade), mas não a acolhe, não tem profundidade. Então, o que acontece? Lá está o demônio, girando em torno dele, querendo arrancar-lhe a semente da Palavra. O demônio age sempre assim, não quer que a Palavra caia em seu coração e produza frutos em sua vida. Como ave faminta, procura sempre arrebatar a semente quando ela começa a frutificar.
Há outro tipo de terreno: o sol pedregoso. A Palavra caiu e você a acolheu com alegria, mas não a deixou que fincasse raízes. O próprio Jesus explica essa inconstância: sobrevindo uma dificuldade, um problema, uma tribulação ou perseguição por causa dela [Palavra], logo você a deixa. E como temos agido assim! Parece que não temos força nenhuma, nem qualquer coragem, somos cristãos sem fibra, sem têmpera, pensando que Deus Pai deve nos tratar como “filhinhos de papai” retirando todas as dificuldades e os problemas do nosso caminho. Diante da primeira tribulação, somos já terreno pedregoso, onde a Palavra não pode fincar raízes.
Outro tipo de terreno é aquele cheio de espinhos. Você ouviu bem a Palavra, com alegria, recebeu, acolheu, mas os cuidados do mundo e a sedução das riquezas a sufocam e a tornam infrutuosa. Infelizmente, isso tem acontecido com muita gente! Recebem a Palavra, passam pela conversão, são batizados no Espírito Santo, os dons afloram... mas os cuidados deste mundo, os trabalhos, os afazeres, as riquezas, o conforto, o comodismo, os compromissos sociais e tantas outras coisas vão sufocando a graça recebida e tudo vai embora.
Muitos cristãos começaram bem, caminharam por um bom tempo, mas não abriram mão da vida que viviam, do caminho que estavam trilhando. Quiseram ser cristãos, mas ao mesmo tempo, viver a vida antiga. Então, tudo que receberam se esvaziou. Os compromissos sociais, as reuniões, as festas, o conforto, a necessidade de ter mais dinheiro, a necessidade de seguir a moda, tudo isso foi sufocando a Palavra, a graça, o Espírito Santo com Seus dons e frutos... e tudo se foi. Será que você não tem sido esse terreno?
Por fim, Jesus fala da semente caída num terreno bom. Ele nem fala de um terreno especial, mas de um terreno bom em que a semente caiu e frutificou. Um terreno que acolheu a Palavra e produziu frutos. É preciso que sejamos assim!
Você tem recebido muito, graças a Deus! O Senhor está investindo em você. Não desperdice a graça tão abundante que tem sido derramada em sua vida.
2. Praticai a Palavra (vv. 22-24). “E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos”— essa exortação diz respeito ao cidadão que se autocongratula pelo elevado conhecimento que tem das Escrituras e pelo domínio das tradições apostólicas concernentes a Jesus. Não é que tal pessoa tenha falhado, deixando de aprender o ensino apostólico. Esse irmão pode ser erudito nas Escrituras, um “escriba” especializado nas palavras de Jesus. Todavia, representa os que são somente ouvintes. Pouco importa a tremenda extensão do conhecimento escriturístico do crente e quão espantosa sua memória: se isso é tudo que há, não passa de auto-engano.
“Sede cumpridores da palavra” — este é o ponto crucial. O que vale é o que o crente faz, não o que ele sabe. O verdadeiro conhecimento serve de prelúdio à ação; no fim, o que conta é a obediência à palavra.
Tendo declarado sua tese no versículo anterior, Tiago agora ilustra a posição dos somente ouvintes com uma metáfora tirada da vida diária. Eles são como a pessoa que pela manhã examina seu rosto ao espelho. Cuidou da barba, o cabelo está bem penteado, ou a maquiagem foi bem aplicada. Nesse momento, contemplar-se a si próprio no espelho é ocupação que lhe toma tempo. Contudo, terminadas as abluções e os cuidados matinais, cessa toda atenção à aparência física; a pessoa esquece-se de imediato de como era. Com frequência a pessoa trabalha o dia inteiro na base de uma auto-imagem que nem sempre condiz com a realidade. Se no caso do conhecimento das Escrituras ocorrer o mesmo, a erudição escriturística, ou a teologia da pessoa tem exatamente o mesmo valor para sua vida, que o valor daquele exame facial matutino.
3. Persevere ouvindo e agindo (v.25). Já imaginou se Deus mandasse um anjo para se sentar do nosso lado durante alguns dias só para anotar tudo aquilo que fazemos? Se ele viesse para observar as atitudes, os pensamentos, as reações que temos nos nossos relacionamos e em nossa fala? Aí, imagine que a partir de tudo que o anjo tivesse ouvido, ele começasse a escrever um manual de descrição bíblica da nossa vida e anotar a partir da nossa conduta e ação tudo aquilo que estivesse casando com a Palavra de Deus. Quantos versículos ou princípios bíblicos comporiam nosso manual de descrição bíblica?
Na prática, creio que a exortação de Tiago expresse algo assim: que perseveremos ouvindo e agindo de tal forma que nossa vida reflita em todos seus aspectos a própria Palavra. Mas para que isso aconteça, precisamos ser praticantes da palavra. Literalmente, o texto diz que devemos “atentar bem” para Palavra. Ouvir, sem praticar, para Tiago e para nosso Senhor, não passa de loucura e autoengano. A palavra implantada que tem poder para salvar é imprescindível, mas tem de ser praticada com perseverança.
Muito diferente é o indivíduo que “atenta bem para a lei perfeita da liberdade”. Duas palavras contrastam a seriedade com que ele atenta para a Palavra: 1)“atenta bem”(Gr. parakupsas — a palavra que comunica a maneira como João olhou para o sepulcro de onde Jesus ressurgira pouco antes, em João 20.5); 2) persevera (Gr.parameinas) que sugere que, além de se preocupar com o ensino da Palavra, ele contínua praticando a Palavra.
Não estamos tentando afirmar com isso  que colocar em prática tudo aquilo que ouvimos de Deus é fácil. Quando Jesus chamou o apóstolo Paulo para ser seu discípulo, ele disse que mostraria para este o quanto lhe importava sofrer pelo seu nome (At 9.16). Em algumas ocasiões até mesmo os discípulos foram desafiados na sua forma de pensar, para que entendessem que o chamado que Deus tinha para eles era um chamado para perseverar, porque haveria muitas dificuldades pela longa jornada que teriam pela frente ao seu lado.
Também não podemos esperar vida fácil. Quando a Palavra nos diz que devemos confessar nossos pecados uns aos outros, em nenhum lugar afirma-se que isso seria fácil. Ou que devemos suportar as falhas uns dos outros. Ou perdoar constantemente alguém. Nada disso acontece naturalmente. Mas se torna mais fácil à medida que perseveramos em colocar essas verdades em prática.

III. A RELIGIÃO PURA E VERDADEIRA (Tg 1.26,27)
1. A falsa religiosidade. A palavra traduzida religião é threskeia e seu significado não é tanto religião como a expressão religiosa externa mediante ritual, liturgia e cerimônias. O que Tiago está dizendo é isto: "O mais belo ritual e a mais excelente liturgia que podem oferecer a Deus é o serviço aos pobres e a pureza pessoal." Para Tiago o verdadeiro culto não reside em elaboradas vestimentas, prazerosa liturgia, música majestosa e cerimônias cumpridas à perfeição, mas sim consiste no serviço prático à humanidade e na pureza da própria vida pessoal.
Tiago está confirmando que os aspectos externos de atividades religiosas não são aceitáveis para Deus a menos que estejam acompanhados de uma vida santa e um serviço de amor. Ritos e rituais nunca foram um substituto adequado para serviço e sacrifício. A adoração coletiva dentro da igreja não pode ocupar o lugar de obras individuais fora da igreja. A profissão pessoal de fé deve estar associada à expressão pública da fé pessoal.
Tiago alerta para o perigo de um temperamento doente e explosivo e de uma língua solta (1.19,26). Jesus disse que a pessoa que nutre raiva, cujo sentimento desemboca em ofensa ao próximo, é passível do fogo do inferno (Mt 5.22). Jesus disse: “Mas eu vos digo que de toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo. Porque por tuas palavras serás justificado e por tuas palavras serás condenado” (Mt 12.36,37). Tiago compara a língua com um cavalo fogoso sem freios, com um navio sem leme que pode espatifar-se nas rochas, com uma fagulha que incendeia uma floresta, com uma fonte contaminada, com uma árvore que produz frutos venenosos, com um mundo de iniquidade ou com uma fera indomável. Jesus disse que é a língua que revela o coração (Mt 12.34-35). Uma língua controlada significa um corpo controlado (3.1), mas uma língua desgovernada provoca grandes tragédias. A maledicência é o pecado que Deus mais abomina (Pv 6.19). A palavra irrefletida, a conversa torpe, a mentira leviana, as acusações maldosas, as orquestrações urdidas na calada da noite para destruir a dignidade das pessoas são provas incontestáveis do grande poder destruidor da língua, assunto este que trataremos na lição 8.
2. A verdadeira religião (v.27). Uma vez que os órfãos e viúvas não tinham assistência na sociedade antiga, eram exemplos típicos daqueles que precisavam de ajuda. Além da caridade amplificada, a manutenção da pureza pessoal é outro meio pelo qual a verdadeira religião se expressa. O cuidado dos necessitados não é o conteúdo do cristianismo, mas sua expressão. A preocupação prática da religião de uma pessoa é o cuidado pelos outros. A religião é a prática da fé. E a fé em ação. Seremos julgados com base nesse aspecto prático da religião (Mt 25.34-46). Quando nos olhamos no espelho da Palavra, nós vemos a Deus, a nós mesmos e, também, o nosso próximo (Is 6.3-8). Palavras não substituem obras (2.14-18; 1Jo 3.11-18).
Visitar os órfãos e as viúvas nas suas aflições não é apenas cortesia pietista. O serviço aos pobres e enfermos, o anunciar o evangelho aos perdidos, não deve ser deixado para comissões ou para a caridade organizada. Não é um desencargo de consciência. Trata-se de socorro, de envolvimento, de empatia, de compaixão manifestada na ajuda concreta e no suprimento das necessidades reais daqueles que carecem e sofrem.
Além de pregarmos o evangelho, também devemos ajudar os necessitados e assim poderemos dizer que vivemos um cristianismo prático por completo. Diante disso, o melhor exemplo para nós é Dorcas, uma mulher que nos mostra que ter fé em Cristo é sinônimo de ajudar o próximo. Ela entregou-se a Jesus por completo e além de se sentir abençoada com sua decisão, também se permitiu ser uma benção para os necessitados (Ver Atos 9.36-42).
3. Guardando-se da corrupção (v.27). A religião verdadeira não é um simples ritual, não é misticismo ou encenação, mas é ter uma vida separada para Deus. E guardar-se incontaminado do mundo, ou seja, do sistema de valores pervertidos, corruptos, sujos, imorais e inconsequentes. Esses desbastam os valores de Deus, corroem os absolutos da Palavra e instauram o relativismo, o conformismo, o imediatismo e o hedonismo que levam ao comprometimento com o pecado.
Ser religioso autêntico é inconformar-se com os conformismos do mundo, para conformar-se com os inconformismos de Deus. A religião que agrada ao Senhor é rechaçar o mal ainda que mascarado de bem. O mundo é atraente. Ele arma um cenário encantador para nos atrair. Contudo,  o mundo jaz no maligno. James Boyce, corretamente afirma: "Nós vivemos, como Tiago,  em uma época caracterizada por imundície moral. O perigo da contaminação pelo mundo por meio de suas diversões, revistas, livros e a vida do dia-a-dia, é algo que nós conhecemos muito bem. Tiago está dizendo que devemos nos manter livres de tudo isso e que não devemos ser contaminados com tais coisas." Portanto, estamos no mundo não para que ele nos contamine, mas para sermos nele instrumentos de transformação.
CONCLUSÃO
Quando Tiago diz que há uma religião pura e sem mácula aceitável diante de Deus, significa dizer que há uma religião que não é aceitável para Deus. Qual é ela? E aquela apenas de palavras, de uma fé que não tem obras. Segundo, bênção pessoal (1.25): “... este será bem-aventurado no que fizer”. Você quer que Deus o abençoe? Então, leia a Palavra, descubra o que ela diz e viva de acordo com a Palavra.
A igreja deve enfatizar o conceito de religião conforme elaborado por Tiago e fazer dele um requisito obrigatório para qualquer um que deseje tomar-se membro da igreja? Certamente! A igreja deve ensinar a verdade das Escrituras registradas nesta parte da Epístola de Tiago. O princípio da religião pura e imaculada é amar a Deus e ao próximo.

Bibliopgrafia:
·         Davids, Peter H.. Novo Comentário Bíblico Contemporâneo - Tiago – Editora Vida;
·         Earl D. Radmacher , Ronald B. Allen e  H. Wayne House. O Novo Comentário Bíblico - Novo Testamento – Com recursos adicionais;
·         http://www.catequisar.com.br/
·         Kistemaker, Simon J.. Comentário do Novo Testamento - Tiago e Epistolas de João. Cultura Cristã;
·         Lopes, Hernandes Dias. Tiago: Transformando provas em triunfo. Hagnos;

·         Wiersbe, Warren W..Comentário Bíblico expositivo – Novo Testamento. Vol.2.  Geográfica Editora.
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METODOLOGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM

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INTRODUÇÃO:
O presente texto trará uma abordagem teórico-prática dos métodos de aprendizagem na prática docente, e tem por finalidade propiciar aos professores das Escolas Bíblicas Dominicais, uma reflexão de suas referidas práticas pedagógicas, bem como, trazer sugestões que poderão ser aplicadas em suas ações docentes em sala de aula. É dever do professor conhecer a fundo não só a matéria que vai ensinar, mas também como ensiná-la; é aqui que os métodos prestam o seu serviço.

1. CONCEITO DE MÉTODO E METODOLOGIA
1.1. Método
Deriva-se de duas palavras gregas metas, “fim”, e hodos, “caminho”, trata-se, portanto do caminho determinado para se alcançar um fim. Poderíamos ainda definir como a maneira de se realizar uma tarefa. Essa tarefa pode ser ministrar uma aula de Escola Dominical.
1.2. Metodologia
É a ciência que estuda os métodos, ou seja, é o estudo detalhado dos métodos. Ela está dividida em Metodologia Geral e Metodologia Especial.
1.2.1. Metodologia Geral - É aquela que trata dos princípios do método, aplicáveis a qualquer conhecimento humano. Ela pode ser classificada em Dedutiva e Indutiva.
Dedutiva - É aquela que parte do geral para o particular.
Indutiva - É aquela que parte do particular para o geral.
1.2.2. Metodologia Especial - É aquela que trata dos problemas metodológicos de algum campo do conhecimento em particular. Ela apresenta dois tipos de métodos: os dogmáticos e os heurísticos.
Métodos dogmáticos - São os que consistem na exposição do professor, enquanto o aluno ouve, silenciosamente.
Métodos heurísticos - São aqueles em que o aluno participa da aula, trabalha, faz pesquisas.

2. ELEMENTOS PRESENTES EM TODA CLASSE DE ESCOLA DOMINICAL
2.1. O Espírito Santo.
A presença e a influência do Espírito Santo é algo necessário em todo processo pedagógico, negligenciar o ministério do Espírito Santo no ensino é desprezar um dos aspectos mais importantes da educação cristã. Quantos professores negligenciam a obra do Espírito Santo, confiando apenas em seus métodos. Para ensinarmos em uma escola secular precisamos apenas de uma boa pedagogia, mas na Escola Bíblica Dominical precisamos também da capacitação divina (2 Co 3.5), pois estamos tratando de necessidades intelectuais e espirituais que só o Espírito Santo conhece.
É necessário, porém destacarmos que ensinar é um processo divino-humano, assim é importante também que o professor faça a sua parte, preparando-se espiritualmente, mas também materialmente, pois um professor que se utiliza de princípios pedagógicos adequados, estará mais bem preparado para ser uma ferramenta afiada nas mãos de Deus. Despreparo material não é símbolo de espiritualidade e sim de negligência.
2.2. Os alunos.
São aqueles que estão na sala de aula para aprenderem à matéria. Os alunos são os elementos de grande importância da Escola Bíblica Dominical. A Escola existe por causa deles.
2.3. O assunto a ser estudado.
É todo o conteúdo a ser aprendido. É aquilo que deverá ser transmitido aos alunos.
2.4. O método.
É a maneira através da qual o assunto será ensinado. É o caminho para atingir um alvo.
2.5. O Professor.
É o responsável em conduzir o aluno ao aprendizado.

3. FINALIDADE DOS MÉTODOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM
É adaptar a lição ao aluno. Nunca ao contrário.

4. O USO DOS MÉTODOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM
Uma aula apresentada normalmente deve ter uma combinação de dois ou três métodos, nunca um só. Jesus também ensinou usando métodos, mas, é preciso saber que os métodos somente não resolvem, é preciso que o professor tenha também uma vida no altar de Deus para que o ensino possa surtir o efeito desejado. Outra coisa importante sabermos é que não existe um “método padrão”, o melhor método de ensino é aquele que possa alcançar o aluno e atender as características individuais ou grupais de cada faixa etária.

5. A ESCOLHA E A COMBINAÇÃO DOS MÉTODOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM
A escolha do método depende de vários fatores, tais como:
5.1. O grupo de idade.
Cada grupo de idade tem suas características próprias, variando conforme seu desenvolvimento físico, mental, social e espiritual. Assim, os métodos devem estar em conformidade com o seu grupo de idade.
5.2. O material que vai ser usado.
Temos hoje no mundo moderno os mais variados tipos de materiais que poderão ser utilizados no ensino.
5.3. A habilidade do professor.
É preciso que o professor saiba utilizar bem os métodos, como também esteja bem preparado a fim alcançar o objetivo da lição.
5.4. O tempo disponível.
No preparo e exposição da lição deve-se levar em conta o tempo que o professor terá a sua disposição.
5.5. O tamanho do grupo.
Há, por exemplo, métodos que só dar para ser utilizado em uma classe pequena, outros em classe maior.
5.6. As instalações de ensino da escola.
Não se deve jamais aplicar determinados tipos de métodos em ambiente que não ofereçam condições para isso.

Os métodos de ensino afetam os sentidos físicos, os quais são meios de comunicação da alma com o mundo exterior. É por meio desses sentidos que a alma explora o mundo em volta de si, bem como recebe suas impressões.

Na próxima semana estaremos fazendo a classificação dos métodos de ensino-aprendizagem e detalhando cada um deles.

Por Escriba Digital
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Dinâmica da Lição 05: O Cuidado ao Falar e a Religião Pura (Jovens e Adultos)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6– Para o desenvolvimento da lição apresentamos as seguintes sugestões:
- Fale que nesta aula, o tema a ser estudado será: O Cuidado ao Falar e a Religião Pura.
- Iniciem o estudo da lição mostrado pela Bíblia a grande importância do cristão está pronto para ouvir e ser tardio para falar.
- Depois, procure refletir sobre a verdade de que devemos ser praticantes da Palavra e não apenas ouvinte.
- Por último procure enfatizar que a verdadeira religião em Deus não consiste em ritual e regra humana, mas em vida de amor a Deus e ao nosso próximo.
- É importante que você trabalhe o assunto da lição tendo em conta o contexto em que o seu aluno(a) está inserido. Seguindo nossas dicas sua aula será baste produtiva. Para isto elaboramos duas dinâmicas: “O uso da língua” e “Teia de Relacionamentos Comunicativos”. Escolha uma delas.
Desejamos que esta aula traga grandes frutos para vida de seus alunos!

Dinâmica – O uso da Língua
Objetivo; Refletir sobre como  estamos usando a nossa língua.
Material
Cinco Recipientes (vasilhas) que estejam com as aparências bonitas, resto de lixo, pimenta, cebola inteira e cortada em pedaços, limão (um pode ser descascado) Balas doces.
Procedimento:
Em cada recipiente deverá ser colocado os seguintes itens:
. resto de lixo
. pimenta
. cebola inteira e cortada em pedaços
. limão (um pode ser descascado)
. balas doces

À medida que a você vai conversando com a turma, destacando cada um dos itens das recipientes, pode-se pedir aos alunos que venham ajudar, abrindo as vasilhas.
Mostre que as pessoas hoje estão muito preocupadas com a beleza e a higiene da boca. Isto é muito bom.
As mulheres passam batom e todos escovam os dentes, outros usam enxaguante bucal, chupam balas. Mas nem todo mundo está preocupado com aquilo que sai da boca.
Deus fez a nossa boca para que nós falemos coisas boas, palavras que abençoem as pessoas, que confortem que encorajem, que animem, mas nem sempre é assim.
 Vejam estas vasilhas(Mostre as vasilhas).
Tão bonitas por fora, mas vamos ver o que há dentro delas?
(Agora comece a mostrar o que tem em cada recipiente fazendo as devidas aplicações para cada um deles. A apresentação de cada recipiente vai depender da ordem como as pessoas escolherem, mas a vasilha com balas deverá ser a última).

LIXO - O lixo simboliza as palavras feias, mentiras, palavrões, em Efésios 4:29 lemos que nenhuma palavra suja deve sair da nossa boca (Leia com os alunos o texto bíblico).

PIMENTA - A pimenta simboliza as palavras picantes, fofocas, no
Salmo 141:3 o salmista pede que Deus coloque uma guarda na sua boca, e em Provérbios 11:9 lemos que a pessoa que não ama a Deus usa a boca para destruir, falar mal do outro (Leia com os alunos o texto bíblico).
CEBOLA - A cebola simboliza as palavras duras que ferem, machucam, que fazem os outros chorarem, em Tiago 3:10 lemos que da nossa boca devem sair palavras que abençoem e edifiquem (Leia com os alunos o texto bíblico).

LIMÃO - O limão é azedo, ele simboliza as palavras azedas, só reclamam, nada está bom, não consegue agradecer por nada, nem elogiar, só vê defeitos, em Filipenses 2:4 lemos que devemos fazer todas as coisas sem murmurações, reclamações (Leia com os alunos o texto bíblico).

BALAS - O bombom é doce, gostoso, assim deve ser a palavra que sai da nossa boca, em Efésios 4:29 lemos que a palavra que sai de nossa boca deve servir para edificação (Leia com os alunos o texto bíblico).

Conclua a dinâmica usando o método socrático (perguntas e respostas)
-Como foi que estas coisas entraram dentro dessas vazilhas?
Alguém as colocou aí.
A bíblia fala que a boca fala do que o nosso coração está cheio.    
-O que estamos colocando em nosso coração?
-O que estamos lendo, vendo, o que estamos ouvindo?
-Vamos pedir a Deus que nos ajude a só colocarmos coisas boas dentro do nosso coração?
Há pessoas que devem, inclusive, pedir a Deus por um coração novo, pois este que tem já está muito sujo.

Fonte: Manual Prático Para o Culto Infantil
Autores: Rawderson Rangel e Manoel Xavier.
Adaptação da dinâmica: Escriba Digital

Dinâmica: Teia de Relacionamentos Comunicativos
Objetivo: Mostrar a importância do saber ouvir nos relacionamentos interpessoais.
Material: Rolo de cordão ou um Novelo de Lã
Procedimento: Forme uma roda com sua turma, todos em pé. O professor não deve participar da roda.
Uma pessoa inicia a brincadeira segurando uma ponta do cordão/novelo de lã. Em seguida ela joga o rolo para alguém de sua escolha e fala “uma qualidade/característica marcante da pessoa”, após isso, fala também o nome de algo que goste muito, para todos ouvirem. A pessoa que recebe faz a mesma coisa: segura a parte recebida do cordão e joga o rolo do cordão para outro aluno, fala uma qualidade da pessoa e fala também o nome de algo que goste muito, essa pessoa também passa o cordão para outra, e assim vai, sucessivamente até todos participarem.
Quando todos tiverem participado, terá formado uma grande teia com o cordão.
Quando todos tiverem recebido o cordão, o professor deve explicar que a comunicação é uma das mais importantes necessidades humana depois da sobrevivência física. O homem é um ser social e necessita da comunicação do mesmo modo que o corpo requer água e alimento para um bom funcionamento. Quando nos comunicamos bem, de maneira sóbria, eficaz, e edificante formamos amigos, companheiro e bons relacionamentos. Ficamos interligados como a teia formada. Por isso a importância de termos muito cuidado com o que estamos falando.

Após a explicação o professor pede para que os alunos façam a segunda parte da dinâmica:

O último aluno que recebeu o cordão tem que devolvê-lo e repetir o nome daquilo que seu amigo gosta muito. Todos tem que repetir o procedimento, até chegar em quem iniciou a brincadeira.
Agora faça uma breve exposição sobre a importância do saber ouvir. Diga que:
Saber ouvir é ter a capacidade de esvaziar-se de seus preconceitos, esvaziar-se de você por alguns instantes e realmente perceber, sentir o que é o outro, é ter a capacidade de se colocar no lugar do outro de maneira empática e compreender com o coração, é ter a capacidade de respeitar as lágrimas que vemos e aquelas que não vemos rolar, mas estão estampadas na face e foram engolidas à seco por aquele que nos fala. Saber ouvir é um ato de amor, de entrega, de carinho e cuidado com os sentimentos daquela pessoa, com aquele ser humano o qual está expressando-se e nos escolheu naquele momento para compartilhar sua fala.
Mostre que as pessoas precisam de atenção e de ser ouvidas. Isso é muitas vezes mais importante do que falar.

Autor: desconhecido
Adaptação da dinâmica: Escriba Digital
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Dinâmica da Lição 05: A Verdade Liberta (juvenis)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6– Para o desenvolvimento da lição apresentamos as seguintes sugestões:
- Fale que nesta aula, o tema a ser estudado será: “A Verdade Liberta”
-Conscientize cada aluno da importância de se falar a verdade diante de qualquer circunstância.
- Mostre também que o jovem que cumprir com suas palavras gera para si uma imagem de confiança e credibilidade.
É importante que você trabalhe cada tópico da lição tendo em conta o contexto em que o seu aluno(a) está inserido. Seguindo nossas dicas sua aula será baste produtiva.
Desejamos que esta aula traga grandes frutos para vida de seus alunos!
- Leia com os alunos a estória abaixo, informe-os que é uma estória fácil de ser encontrada na internet e até nas redes sociais, talvez alguém até a conheça:

“Um homem tinha 12 filhos e precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia, por causa da filharada.

Quando ele dizia que tinha 12 filhos, ninguém queria alugar porque todos sabem como muita criança junta estraga as coisas e tinham medo que destruíssem a casa. O pobre homem não podia mentir, portanto, tinha que falar pra todos que perguntassem que tinha 12 filhos!
Ele estava ficando desesperado; o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma ideia: mandou a mulher ir passear no cemitério com 11 dos filhos. Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente imobiliário. Gostou de uma e o agente perguntou quantos filhos ele tinha.
Ele respondeu que tinha 12.
Daí, o agente perguntou assustado:
- mas doze é muita criança! Onde estão os outros?
E ele respondeu, com um ar muito triste:
- estão no cemitério, junto com a mãezinha deles...
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir.
Não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
- Inicie um debate utilizando o método socrático (perguntas e respostas):
a. Aparentemente a piada induz as pessoas a não falarem mentiras. Mas será que a estratégia adotada é honesta?
b. É possível ser desonesto mesmo falando a verdade? Como?
c. O texto aborda o famoso jeitinho brasileiro. Esse jeitinho, que já se tornou cultural, é uma atitude esperada num cristão convertido?
d. A atitude do homem em omitir propositadamente foi correta?


Deixe que os alunos discutam essas questões e outras que surgirem, estimule-os a participarem e então inicie o estudos de cada tópico da lição sempre de forma participativa.
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Dinâmica da Lição 05: Viver é fácil, difícil é conviver... (Adolescentes)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6– Para o desenvolvimento da lição apresentamos as seguintes sugestões:
- Fale que nesta aula, o tema a ser estudado será: Viver é fácil, difícil é conviver
É importante que você trabalhe assunto da lição tendo em conta o contexto em que o seu aluno(a) está inserido. Seguindo nossas dicas sua aula será baste produtiva.

Desejamos que esta aula traga grandes frutos para vida de seus alunos!

Dinâmica: Convivência em Revisão!
Objetivo:
Analisar nossas ações no âmbito familiar.
Material:
01 caixa, 01 tesoura, 01prego, 01 lixa, 01 chave, 01 cotonete.
Procedimento:
- Fale que dentro da caixa há vários objetos, que poderão ou não ser utilizados, dependendo tão somente de nossa iniciativa. Então, comecem a mostrar cada um deles, perguntando para que servem. Por exemplo:
Tesoura: cortar, separar, dividir, retirar excessos.
Prego: Fixar, unir.
Lixa: Retirar as asperezas, os excessos.
Chave: Abrir ou fechar.
Cotonete: Limpar ouvido.
- Agora, perguntem: Como estes objetos, figuradamente, podem ser utilizados para que a convivência familiar seja melhorada?
Exemplos:
Tesoura: Cortar, separando o que deve permanecer daquilo que deve ser rejeitado.
 Prego: Fixar a Palavra de Deus nas nossas mentes, unindo o que lemos com as ações que executamos.
Lixa: Retirar o que está em excesso, deixando limpo sem “asperezas”.
Chave: Abrir espaço para ações benéficas. Fechar espaço para atitudes destrutivas promotoras de desavenças.
Cotonete: Retirar aquilo que nos impede de escutar o outro.
- Para finalizar, façam um breve comentário sobre os benefícios e malefícios causados pelas atitudes dos membros familiares, proporcionando ou não ambiente de boa convivência.

Por Sulamita Macedo.

Fonte: Blog Atitude de Aprendiz

Dinâmica: Meu Lar
Objetivo: Entender a importância de um bom relacionamento no lar.
Material: Um folha de papel e uma caneta ou lápis.
Procedimento: Todos devem receber uma folha de papel e desenhar uma casa sem móveis ou qualquer acessório, somente uma lixeira desenhada fora da casa. Quando todos tiverem terminado o desenho, solicite que cada aluno analise, por alguns minutos, e escrevam dentro do desenho da casa os sentimentos e atitudes que deveriam levar para dentro do lar, escrevendo-os dentro do desenho. Os sentimentos e atitudes indesejáveis devem ser escritos dentro da lixeira.
Esses sentimentos e atitude devem estar escrito no seu lugar correto, pois são os mais importantes para uma casa, antes de entrar qualquer mobília. Se o mobiliário entrar antes de uma reflexão profunda dos sentimentos e comportamentos positivos e negativos que estarão dentro do desenho da casa ou fora da casa, muitos problemas e graves conflitos no relacionamento familiar poderão ser gerados.
 Destaque que alguns conflitos são inevitáveis, mas muitos podem ser solucionados com um bom diálogo e respeito mútuo. Deus quer que o jovem honre seu pai e sua mãe, não lhes faltando jamais ao respeito, seja por atos, seja por palavras. Ame sua família, não deseje mal a sua família, não fale mal de sua família. O lar cristão é lugar de paz e alegria, perdão e união. Quanto mais ajustado for este ambiente, mais fácil será o relacionamento dos seus componentes fora dele.
Se relacionar bem facilita a troca de idéias, serviços, interesses, informações, etc.
Pergunte aos seus alunos: De uma forma mais simples pense você em quantas vezes você ajudou um amigo, um parente ou colegas da escola mais próximos de você?
Agora pense nas vezes que você fez o mesmo por um estranho?

Para finalizar questione:
- O que você tem feito para melhorar a convivência no seu lar?
- Qual o tamanho da lixeira que está à porta de sua casa?

Autor: descomhecido
Adaptação da dinâmica: Escriba Digital
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Dinâmica da lição 05 – Vivendo em Segurança (Pré-Adolescentes)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6– Para o desenvolvimento da lição apresentamos as seguintes sugestões:
- Fale que nesta aula, o tema a ser estudado será: Vivendo em Segurança.
- Destaque que somente no Senhor podemos encontrar a verdadeira segurança.
- Enfatize que precisamos valorizar mais toda proteção oferecida por Deus.
- É importante que você trabalhe o assunto da lição tendo em conta o contexto em que o seu aluno(a) está inserido. Seguindo nossas dicas sua aula será baste produtiva. Para isto elaboramos duas dinâmicas: “Proteção 24 horas” e “Cuidado de Deus”. Escolha uma delas.
Desejamos que esta aula traga grandes frutos para vida de seus alunos!

Dinâmica: Proteção 24 horas
Objetivo:

Refletir sobre a proteção humana e a segurança que somente encontramos em Deus.
Material:
Figuras de fortalezas e torres(faróis).
Procedimento:
- Inicie a aula mostrando o quadro de insegurança que estamos vivendo. São assustadores os números apontados nas estatísticas da onda de violência que se alastra no Brasil e no mundo. O noticiário nos assusta diariamente com o registro de assassinatos, estupros e outros crimes de agressões aos valores, às leis e as normas vigentes na ordem social estabelecida. Multiplicam-se as zonas de vulnerabilidade. Ficamos todos numa sensação de impotência diante de um quadro assustador que estamos vivendo. O sentimento de medo e insegurança toma conta da população.
- Agora pergunte: O que devemos fazer como cidadãos, para termos uma maior proteção e segurança?
-Ouça cada resposta atentamente e discuta com os alunos cada uma delas se isto que eles estão apresentando realmente resolveria o problema.
- Leia o texto de Zacarias 2. 4, 5 (ausência de muro ao redor da cidade e a glória de Deus como um muro de fogo) falem que historicamente as cidades tinham muros que serviam de proteção para o povo contra os ataques dos inimigos.
- Busque na internet figuras de fortalezas e torres construídas em localização estratégica nas cidades litorâneas que serviram para promover segurança. Além disso, fale sobre as torres que possuem faróis que serviam e servem até hoje para orientar a navegação à noite, promovendo também segurança para os navegantes.
- Agora, leiam:
 Pv 18.10 “Torre forte é o nome do Senhor, para ela corre o justo e está seguro”.
Sl 46.1 “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia”
Perguntem: Quem é a nossa fortaleza? E torre forte?
Espera-se que os alunos tenham observado o que dizem os versículos e falem que é Deus e o nome do Senhor!
- Falem: Temos uma torre forte na qual podemos nos refugiar, nos orientar através de Sua palavra que é luz para nosso caminho.
- Depois, perguntem se há algum aluno que está se sentindo inseguro, precisando se sentir amparado.
Certamente, haverá.
Então, peçam para que a turma faça um círculo ao redor do(s) colega(s). Orientem para que os alunos deixem o círculo bem fechado, simbolizando uma fortaleza, para que se sintam fortalecidos pelo cuidado e proteção dos colegas.
Depois, façam uma oração pelos que estão dentro do círculo, para que sintam segurança e proteção 24 horas da torre forte e da fortaleza que é Deus.
- Para concluir, leiam conjuntamente:
Sl 4.8 “Quando me deito, durmo em paz, pois só tu, ó Senhor, me fazes viver em segurança.
Sl 78.53. “E os guiou com segurança, e não temeram; mas o mar cobriu os seus inimigos” (Fale sobre a grande proteção de Deus para o povo de Israel a caminho da Terra prometida).

Ideia original: Sulamita Macedo – Blog Atitude de Aprendiz

Adaptação da Dinâmica: Escriba Digital
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Dinâmica da Lição 05: Conhecendo o Valor da Oração (Discipulado 1 – Novos Convertidos)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e
desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6– Para o desenvolvimento da lição apresentamos as seguintes sugestões:
- Oriente seus alunos a aplicarem os importantes princípios da oração e suas vidas.
- Mostre-lhes que o cristão, para vencer as tentações precisa viver uma vida de oração.
- Destaque que o cristão que ora é vitorioso.
- Fale que nesta aula, o tema a ser estudado será: Conhecendo o Valor da Oração.
-Coloque de forma visíveis as seguintes perguntas:
Como e porquê devemos orar? (Ler Mateus 6. 5 -13; Marcos 11. 22 – 25).
Como é a pessoa que costuma orar? (Ler Romanos 12. 10 – 21).
Para que serve a oração e a Palavra de Deus? (Ler Efésios 6. 10 – 20).
- É importante que você trabalhe o assunto da lição tendo em conta o contexto em que o seu aluno(a) está inserido e de forma participativa. Seguindo nossas dicas sua aula será baste produtiva. Use para esta aula a dinâmica: "Oração" ou “A Oração é a Chave” e encerre lendo o texto “O peso da Oração”.

Desejamos que esta aula traga grandes frutos para vida de seus alunos!

Dinâmica: Oração
Material:

Folhas de papel e lápis para cada participante; Bíblias.
Objetivo:
Descobrir o valor da oração e a necessidade de orar uns pelos outros.
Procedimentos:
Divida a turma em dupla. Distribua as leituras e perguntas por grupos diferentes. Dê um tempo para cada dupla ler, conversar sobre cada parte e responder de preferência escrevendo um texto. Depois junte todos, ouça as respostas e faça comentários (Peça para que cada dupla permaneçam juntas pois ainda irão fazer outro trabalho juntos).
Como e porquê devemos orar? Mateus 6, 5 -13.
Como e porquê devemos orar? Marcos 11, 22 – 25.
Como é a pessoa que costuma orar? Romanos 12, 10 – 21.
Para que serve a oração e a Palavra de Deus? Efésios 6, 10 – 20.

Respostas para ajudar na reflexão:
1 - Ao orar a pessoa assume a existência de um Deus amoroso que está atento para sua realidade e é Onipresente. A constância desta ação, inculca na mente Sua presença, levando a pessoa a sentir-se acompanhada. Na oração descobrimos nossa dependência do Criador, e a necessidade de Sua orientação, proteção, conforto. A prática da oração impulsiona a pessoa à disciplina da dependência; o que redundará em conhecimento, obediência, e bênçãos. A oração também possui uma função terapêutica, pois, leva a pessoa a abrir-se; a colocar para fora aquilo que incomoda, que amedronta; e que, se guardado, poderia facilmente redundar em distúrbios emocionais, ou mesmo depressão. Ao se colocar diante do Deus de mor, Criador e Sustentador do universo, inclusive de sua própria vida, a pessoa liberta-se da ansiedade de seu próprio controle.
Leia e medite com todos Filipenses 4. 4 – 9.
A oração é importantíssima porque a partir dela o Espírito do Senhor trabalha em nosso ser, guiando e confortando-nos para uma vida melhor.

Agora peça aos alunos que contem momentos em que tiveram dificuldades em saber como (ou o que) orar (Ouça atentamente).
Leiam em voz alta o texto de Romanos 8:26-27
Diga a elas que esta passagem nos ajuda a entender que nós sempre podemos orar, mesmo que não saibamos o que dizer. Peça então que um membro da dupla converse com o(a) outro(a) colega alguma coisa que o está preocupando. Quem ouviu, então, coloca esta preocupação numa oração (Peça para que a dupla faça isso de mãos dada. Depois invertem-se os papéis).
Quando as duplas terminaram de orar, pergunte como se sentiram, se acharam fácil orar assim, o que eles podem fazer quando estão inseguros sobre que palavras usar e como orar, etc..

Encerre com oração - cada aluno agora escolherá um problema de alguém que ele(a) conheça para interceder por aquela pessoa como se o problema fosse dele(a). 

Dinâmica: A Oração é a Chave
Material:
1 cadeado pequeno e chaves, 1 caixinha que pegue cadeado, objetos pequenos de valor.
Procedimento:
Coloque os objetos na caixa. A chave que abre a caixa ou o cadeado que tranca a caixa deve conter uma etiqueta com a palavra ORAÇÃO. Mostre a caixinha com o cadeado, aos seus alunos que para termos acesso ao que está dentro da caixinha precisamos de usar chave certa. Caso contrário não conseguirá abrir o cadeado que fecha a caixa. Agora tente abrir a caixa usando outras chaves. Agora mostre-lhes a caixa e diga que existem muitas outras fechaduras que necessitam das suas chaves próprias para que possam ser abertas, como por exemplo: A porta da nossa casa, a fechadura do carro, a fechadura da mala, da loja, do portão etc.
Há, porém, um tipo de fechadura bem diferente dessas que aqui se encontram. Essa fechadura necessita de uma chave diferente também. É a fechadura da maravilhosa dispensa de Deus (coloque a caixa sobre a mesa e não mostre a chave).
Agora indague: Se este caixinha fosse a dispensa de Deus e você necessitasse de uma ou mais bênçãos, como ajuda na angústia, perdão ou força, cura, como você poderia ter acesso a essas coisas? Será necessário uma chave especial, uma chave própria para abrir esse tipo de fechadura (mostre que a caixa está fechada).
Vamos tentar agora descobrir qual é a chave especial que necessitamos para abrir a maravilhosa dispensa de Deus. (Agora abra usando a chave correta).
Em seguida fale: Há apenas uma chave que pode abri-la. É a chave da oração (segure a chave correta, rotulada com a palavra ORAÇÃO).
Comente, em poucas palavras, como Elias usou a chave da oração para provar que Deus é o único Deus verdadeiro (I Reis 18:17-36) e como a Igreja orou pela libertação de Pedro (Atos 12:5-12).
(Abra a caixa e mostre o seu conteúdo.) Jesus disse: "Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei" (João 14.14).
Peça para um dos alunos ler o texto de João.

REFLEXÃO
A oração é a forma que temos para nos comunicarmos com Deus. Essa comunicação é tão importante como uma chave é para a sua fechadura. Através da oração, podemos abrir diferentes caminhos para a nossa vida, pois estaremos entregando nas mãos de Deus as nossas maiores necessidades. Devemos, portanto, falar com o nosso Deus diariamente e entregar a Ele a nossa vida. Então Ele abrirá a caixa de tesouros do Seu infinito amor para colocá-los à nossa disposição.
Vocês gostariam de falar com Deus diariamente? Orem sempre. A Bíblia nos aconselha: "Orai sem cessar" (I Tessalonicenses 5.17). Isso não quer dizer que devamos estar ajoelhados o tempo todo, mas sim, que devemos estar em comunhão constante com Jesus, recorrendo a Ele sempre que precisarmos, não importa o local, tendo a certeza da Sua companhia ao nosso lado, constantemente, para nos animar e ajudar. Esse é um privilégio que tem todo fiel seguidor do Senhor Jesus, pois Ele está sempre pronto a ouvir aqueles que O buscam.
Autor: Desconhecido
Adaptação da dinâmica: Escriba Digital

Texto de reflexão: O Peso da Oração
Uma pobre senhora, com visível ar de derrota estampado no rosto, entrou num armazém, se aproximou do proprietário conhecido pelo seu jeito grosseiro e lhe
pediu fiado alguns mantimentos. Ela explicou que seu marido estava muito doente, não podia trabalhar e que tinha sete filhos para alimentar.
O dono do armazém zombou dela e pediu que se retirasse do seu estabelecimento
Pensando na necessidade da sua família ela implorou:
"Por favor senhor, lhe darei o dinheiro assim que tiver..."
Em pé no balcão ao lado, um freguês a tudo assistia, se aproximou do proprietário do armazém e disse para entregar o que aquela senhora necessitava para a sua família por sua conta. Meio relutante, o comerciante se dirigiu para a pobre mulher:
"Você tem uma lista de mantimentos?"
"Sim," respondeu ela.
"Muito bem, coloque sua lista na balança, o quanto ela pesar eu lhe darei em mantimentos!"
A pobre mulher hesitou por uns instantes e com a cabeça curvada retirou da bolsa um pedaço de papel, escreveu alguma coisa e o depositou suavemente na balança.

Os três ficaram admirados quando o prato da balança com o papel desceu e permaneceu embaixo.
Completamente pasmado com o marcador da balança, o comerciante virou-se lentamente para o seu freguês e comentou contrariado:
"Eu não posso acreditar!!!"
O freguês sorriu e o homem começou a colocar os mantimentos no outro prato da balança. Como a escala da balança não equilibrava, ele continuou colocando mais e mais mantimentos até não caber mais.
O comerciante ficou parado ali por uns instantes olhando para a balança, tentando entender o que havia acontecido...
Finalmente, ele pegou o pedaço de papel da balança e ficou espantado pois não era uma lista de compras e sim uma oração que dizia:
"Meu Senhor, o senhor conhece as minhas necessidades e eu estou deixando isto em suas mãos..."
O homem deu as mercadorias para a pobre mulher no mais completo silêncio, que agradeceu e deixou o armazém.
O freguês pagou a conta e disse:
"Valeu cada centavo..."
Só mais tarde o comerciante pode reparar que a balança havia quebrado. Entretanto, só Deus sabe o quanto pesa uma oração...
Creia em Deus, e saiba que através de sua oração Ele é capaz de fazer aquilo que aos olhos humanos parece impossível.

Autor: Desconhecido
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