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sexta-feira, 31 de julho de 2015

Comunicado Importante

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A crise econômica que afeta o nosso Brasil tem atingido pessoas, empresas e coisas, e como consequência disso estamos vendo o desemprego, a falta do alimento cotidiano na mesa do pobre e muitos brasileiros afundados em dívidas sem a mínima condição de saber como pagá-las. E como brasileiros os crentes também são afetados em tudo isso.
Todos que visitam esse blog semanalmente devem ter percebido o grande empenho devotado pelo nosso irmão JOSÉ DOS REIS, administrador e fundador desse blog, em sempre está buscando novidades e dando o melhor de si por este site sem nada exigir em troca, pois ele tem encarado esta missão como um ministério divino. Mas infelizmente ele, como todos os brasileiros, foi alcançado por esta crise, e no caso dele está sendo atingido de uma forma muito dura, pois se encontra desempregado, endividado e sem condições de dar o alimento cotidiano para os seus filhos que diariamente precisam. É com o coração muito partido que digo tudo isso, pois sei como é humilhante ter que expor a vida de alguém dessa forma, mas essa foi a forma imediata que encontrei para socorrê-lo. Sei que você como um bom brasileiro também pode está vivendo momentos de dificuldades, todavia acredito que ninguém é miseravelmente tão pobre que não possa fazer nada pelo seu próximo e em especial por um irmão. Ao afirmar isso lembrei-me do que Paulo afirmou a respeito dos cristãos da Macedônia que "a extrema pobreza deles transbordaram em rica generosidade. Pois dou testemunho de que eles deram tudo quanto podiam, e até além do que podiam. Por iniciativa própria eles nos suplicaram insistentemente o privilégio de participar da assistência aos santos" ( 2 Cor 8.2-4 NVI).

Conto com você.

Que Deus os abençoe

Doações:

José dos Reis
Banco do Brasil
Agência:1401-x
Conta: 36.560-2
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Vídeo Aula da Lição 05: Apostasia, Fidelidade e Diligência no Ministério (Adultos)

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Autor: Pastor Luiz Henrique
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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Apostasia, Fidelidade e Diligência no Ministério - Lição 5

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Quando Nosso Senhor Jesus Cristo estava com seus discípulos, em seu ministério terreno, falou-lhes acerca dos últimos tempos, ou do fim dos tempos, em que uma das características marcantes seria a falsidade, o engano, a mentira e a mistificação. Em um de seus magníficos sermões, Ele falou acerca dos que entrariam no seu Reino. E demonstrou que não seria fácil. Quem quer ser salvo tem que entrar por uma “porta estreita” e palmilhar num “caminho estreito”, que conduz ã salvação, em contraposição à “porta” larga e o “espaçoso” caminho “que conduz à perdição” (Mt 7.13,14). Duas portas e dois caminhos. Dois destinos esperam o homem, no final de sua jornada na terra. E dependem da escolha de cada um. Seja qual for a escolha, as consequências serão inescapáveis.
No mesmo discurso, Jesus advertiu aos que haveriam de escolher a “porta estreita”, a seus seguidores, os salvos, de que eles seriam perturbados por falsos profetas, que surgiriam em seu próprio meio, no seio da igreja (Mt 7.15). Reforçou suas metáforas com o ensino sobre a “árvore boa” que “produz bons frutos” e sobre a “árvore má”, que “produz frutos maus” (Mt 7.17). Como um verdadeiro Mestre, Jesus soube manejar bem a palavra da verdade, em relação aos acontecimentos futuros, que haveriam de ocorrer com profundas repercussões sobre a vida dos seus discípulos.
Jesus sabia que sua Igreja sofreria os ataques dos falsos mestres, ou falsos profetas, que apareceriam, vindos de fora, ou mesmo, surgindo no seio da comunidade cristã. Por isso advertiu que os falsos cristos e os falsos profetas não seriam apenas ensinadores, teóricos ou filósofos, em suas elucubrações diletantes. Eles seriam capazes de realizar sinais e prodígios, para convencerem os que lhes dessem ouvidos (Mt 24.24).
Naturalmente, Paulo tinha bastante ciência das advertências de Jesus quanto aos últimos tempos”. Em sua carta a Timóteo, ele expressou sua preocupação com os falsos ensinadores, heréticos e astutos, na busca pelo domínio da mente dos que estavam na igreja em Éfeso.

Era uma antevisão do que a Igreja está vivendo nos dias presentes. Dias que antecedem a volta de Cristo. Há obreiros que possuem uma capacidade oratória tão eloquente que conseguem atrair a atenção e a admiração dos que os ouvem. Quando eles se mantêm no centro da vontade de Deus, com humildade, e na conduta de servos do Senhor, são verdadeiras bênçãos para o ensino e a pregação. No entanto, com tal perfil, alguns têm se desviado dos padrões de santidade e devoção, e se tornam pregoeiros de ensinos heréticos, que causam grande prejuízo à igreja local, por serem homens que têm grande prestígio ministerial.
No meio pentecostal, infelizmente, prevalece uma visão superficial das verdades bíblicas. A ortodoxia não é a marca das igrejas pentecostais, em sua grande maioria. As demonstrações de poder, de unção e de alegria alcançam um patamar tão elevado, e ao mesmo tempo sem fundamento, que os falsos ensinadores conseguem amplos espaços para espalharem suas heresias. Já é por demais conhecida a “tal” da teologia da prosperidade”, segundo a qual os crentes em Jesus não podem ser pobres, nem serem acometidos de enfermidades graves. Se passarem por essas agruras é porque “não têm fé”, ou “estão em pecado . Mais que isso, adotam a famosa “confissão positiva”, e passam a determinar’, “decretar” bênçãos e a “exigir”, reivindicar “seus direitos ! Ensinos com esse teor ou caráter são muito bem aceitos por grande parte de crentes, em muitas igrejas. Mas quando tais ensinos são confrontados com a Palavra de Deus, em sua essência, conclui-se que são doutrinas de homens, ou até de demônios.
A advertência de Paulo, no texto ora em estudo, é de uma atualidade impressionante. Como verdadeiro profeta de Deus, além de exímio ensinador, ele captou muito bem a revelação do Espírito Santo acerca dos “últimos tempos” ou dos “tempos trabalhosos” (1 Tm 3.1), a que nos referimos no capítulo anterior. Da leitura do texto em apreço, pode-se inferir que os ensinadores de “doutrinas de demônio” (4.1) não seriam pessoas estranhas, mas que surgiriam de dentro do seio da igreja local. Sua capacidade de convencimento haveria de ser tão eficiente, que, “se possível fora, enganariam até os escolhidos” (Mt 24.24), como Jesus previu e alertou.

I - A APOSTASIA DOS HOMENS (4.1-5)

Paulo advertia a Timóteo, para que o mesmo doutrinasse a igreja em Éfeso, acerca dos últimos tempos, em que a apostasia se tornaria uma realidade no seio de igrejas cristãs (1 Tm 4.1).

1. Conceituação

Apostasia (gr. apóstasis) significa “desvio”, “afastamento”, “abandono”.1 Tem o sentido também de “revolta”, “rebelião”, no sentido religioso. Numa definição clara, apostasia quer dizer “abandono da fé”. No original do Novo Testamento apostasia, do vem do verbo aphistemi, com o sentido de “rejeitar uma posição anterior, aderindo a posição diferente e contraditória à primeira fé, repelindo-a em favor de nova crença } Nos últimos anos, esse comportamento tem sido mais observado do que em tempos passados. É impressionante como líderes, outrora ortodoxos, hoje apregoam ideias opostas àquele ensinamento que defendiam.

2. Doutrinas de Demônios (4.1)

Existem apostasias que são fruto da mente fértil de algum teólogo ou teórico, que deseja aparecer, ensinando “novidades” com pretenso fundamento bíblico. Ou da meninice de algum irmão ou irmã, que se julga mais espiritual que as outras pessoas. Paulo referia-se à apostasia que tinha origem diabólica. Mais perigosa do que se possa imaginar, pois é fruto da influência do Adversário da igreja, que visa minar suas bases doutrinárias. Disse Paulo, em sua primeira carta a Timóteo: “Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, aposta- tarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios” (1 Tm 4.1 - grifo nosso).

3. Espíritos Enganadores

Certamente, Paulo se referia à influência espiritual dos espíritos maus, que iriam induzir falsos mestres a se enganarem e a enganarem aos crentes (2 Tm 3.13). Ele anteviu que parte da igreja haveria de apostatar, quando disse que “alguns” abandonariam a fé. Ele se referia à “apostasia pessoal”. O escritor aos hebreus também exortou nesse sentido, contra o afastamento da verdade ou da sã doutrina e de Deus: “Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus vivo” (Hb 3.12). Essa preocupação foi recorrente, pois, quando Paulo escreveu a segunda missiva a Timóteo, de forma que o mesmo orientasse a igreja em Éfeso, voltou a exortar com cuidado acerca dos apóstatas: “Porque virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas” (2 Tm 4.3,4).
A ação dos “espíritos enganadores” haveria de ser tão eficiente para incautos que dessem lugar à apostasia que esses não sofreriam (não suportariam) a “sã doutrina”, ou seja, o corpo doutrinário, pregado pelos apóstolos de Cristo, e passado de geração a geração, com fundamento nos Evangelhos e nos ensinos dos apóstolos de Jesus. Sua influência maléfica faria com que os apóstatas tivessem “comichão nos ouvidos” ao escutarem a Palavra de Deus, em sua simplicidade e ortodoxia. Os espíritos do desvio doutrinário apoderar-se-iam dos “doutores”, ou falsos mestres (1 Tm 1.7), que usavam sua influência cultural, eclesiástica e posicionai nas igrejas para desviarem os servos de Deus do foco e do alvo, que é servir a Deus até chegar à eternidade, como salvos em Cristo Jesus. Na advertência de Paulo, ele afirma que tal comportamento se manifesta “pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência” (1 Tm 4.2).

No mesmo trecho de sua carta, o apóstolo adverte quanto a ensinos místicos que, além de proibirem o casamento, como instituição de origem divina, oprimem as pessoas, “ordenando a abstinência dos manjares que Deus criou para os fiéis e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças” (1 Tm 4.3). Essa é uma das características dos movimentos heréticos. Apregoam que determinados tipos de alimentos não devem ser ingeridos, muitas vezes sem qualquer fundamento científico ou escriturístico. Em relação a alimentos, no Antigo Testamento, havia uma série de “regras dietéticas” quanto ao que os judeus podiam ou não podiam comer (cf. Lv 11). Mas o próprio Deus ordenava que comessem carne, para repor as proteínas desgastadas no processo biológico.
No Novo Testamento, as restrições quanto a alimentos resumem-se no que os líderes da igreja decidiram, no Primeiro Concilio, em Jerusalém. Após o parecer de Pedro, Tiago, o líder da igreja, concluiu, de forma eloquente: “Pelo que julgo que não se deve perturbar aqueles, dentre os gentios, que se convertem a Deus, mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, da prostituição, do que é sufocado e do sangue” (At 15.19,20 - grifo nosso). E também exortou a que os cristãos não ingerissem alimentos que fossem consagrados ou sacrificados aos ídolos (1 Co 10.27,28). E orientou que, mesmo em se tratando de alimentos lícitos, os crentes em Jesus deveriam respeitar a fé dos mais fracos espiritualmente, e absterem-se de comer (na frente deles) coisas que os escandalizassem (cf. Rm 14.1-23). Os hereges, principalmente os gnósticos ascetas, defendiam a abstinência de alimentos, mas voltavam-se para “entidades”, “emanações e símbolos da idolatria.

Os gnósticos depravados procuravam destruir o corpo, por considerá-lo mau, indigno, com a prostituição e práticas sexuais libertinas. Eram hipócritas e mentirosos. Paulo concluiu que o cristão pode fazer uso de alimentos, desde que possam ser recebidos “com ações de graça , visto que, pela palavra”, ou seja, desde que estejam de acordo com a Palavra de Deus, “pela oração”, “tudo é santificado” (1 Tm 4.4,5). Porém, deve-se ter cuidado e sabedoria na interpretação desse texto. Não quer dizer que, se alguém faz uso de bebida alcoólica, ou de carne sufocada, ou do sangue, basta fazer uma oração e tudo é santificado. De forma alguma. Deus não aprova aquilo que Ele condena. Ele não é “Deus de confusão (1 Co 14.33).
Deus fez o homem, no princípio, para ser vegetariano (Gn 1.29). Mas, com a Queda, o metabolismo humano sofreu tremenda mudança, passando a envelhecer, adoecer e morrer. Para refazer as energias e os tecidos desgastados, tornou-se necessária a ingestão de alimentos carregados de proteínas, dos quais a carne animal, incluindo os peixes, são grandes fornecedores. Além disso, o próprio Deus regulamentou, na Lei, sobre quais tipos de animais se podiam comer (Ver Lv 11).

II - A FIDELIDADE DOS MINISTROS (vv. 6-10)

1. “Bom Ministro de Jesus Cristo”

Era o que Paulo esperava de Timóteo, seu jovem discípulo, companheiro de tantas lutas, em defesa do evangelho de Jesus Cristo. “Propondo estas coisas aos irmãos, serás bom ministro de Jesus Cristo, criado com as palavras da fé e da boa doutrina que tens seguido” (1 Tm 4.6). A carta de Paulo a Timóteo é pastoral e pessoal, em princípio. Mas sua finalidade não era apenas edificar o jovem obreiro. Ele acentua: “propondo estas coisas aos irmãos”, o que indica ser sua carta assunto que deveria ser comunicado à igreja de Éfeso, aos “queridos irmãos” (Fp 4.1) e, por extensão e aplicação, a todas as igrejas cristãs.
Cumprindo essa orientação, Timóteo haveria de ser um “bom ministro de Cristo” (diáconos de Cristo), ou seja, um líder cristão à altura de sua elevada missão. Para galgar essa posição, Timóteo teria que atender a dois requisitos importantíssimos: ser “criado com as palavras da fé” e “da boa doutrina” que ele próprio já seguia. No original, a metáfora que Paulo usa diz respeito a “ser alimentado com”, nutrido com a sã doutrina, ou, no dizer de Pedro, com o “leite racional, não falsificado” (1 Pe 2.2).

2. Rejeitando as Fábulas Profanas

“Mas rejeita as fábulas profanas e de velhas e exercita-te a ti mesmo em piedade” (4.7). Essa advertência já houvera sido dada no primeiro capítulo da epístola a Timóteo (1.4). Como visto, as “fábulas profanas” seriam ensinamentos fantasiosos, místicos, muito utilizados pelos gnósticos e judaizantes, para impressionar os crentes. Seriam profanas, porque configurariam ensinos humanos, fundados em valores materiais, que se opunham aos sagrados ensinos, emanados da Palavra de Deus, sob inspiração do Espírito Santo. A expressão “de velhas” aludiam a “conversa de velhas, expressão sarcástica muitas vezes empregada em polêmicas filosóficas, que compara a oposição de um oponente aos fuxicos perpetrados por mulheres mais idosas daquelas culturas, quando se assentavam em roda tecendo, ou fazendo outras tarefas”.3 Em nossa cultura, certamente, equivaleria a conversas tagarelas de pessoas fofoqueiras.

3. O Exercício Físico e a Piedade

“Porque o exercício corporal para pouco aproveita, mas a piedade para tudo é proveitosa, tendo a promessa da vida presente e da que há de vir” (1 Tm 4.8). Nós somos formados de três partes, segundo a Palavra de Deus: “espírito, e alma, e corpo” (1 Ts 5.23). Todas elas precisam de exercício, de atividade, sob pena de sofrermos atrofia em todas ou em uma delas. Há muitos irmãos, inclusive obreiros, que vivem de modo sedentário, desenvolvendo doenças circulatórias, cardíacas ou neurológicas. Isso não é desejável. O corpo não pode ser desprezado em seus cuidados. Ele é templo do Espírito Santo (1 Co 6.19,20).
Mas por que esse incentivo ao exercício físico se Paulo diz que o exercício corporal para pouco aproveita”? Observemos que Paulo não está dizendo que o “exercício físico” (gymnasia)4 “não serve para nada’. O que ele quer dizer, para uma comunidade que valorizava excessivamente os exercícios e os esportes,5 é que tais práticas, ainda que saudáveis, só serviam para esta vida.
Paulo tinha uma mensagem para a igreja de Éfeso, para que os crentes não se deixassem dominar pelo desejo exacerbado de valorizar o corpo, em detrimento do lado espiritual.

O apóstolo mostrou a Timóteo que havia algo mais importante que o exercício físico. E ressaltou: “mas a piedade para tudo é proveitosa, tendo a promessa da vida presente e da que há de vir (4.8b). Ele demonstrou que, enquanto o exercício físico só serve para o corpo e para esta vida, a piedade (gr. eusebeia) é proveitosa, não só para a vida presente”, mas para a “que há de vir . Se o corpo, como vimos, precisa de exercícios para não envelhecer precocemente, ou atrofiar-se, em suas funções vitais, a alma e o espírito também necessitam de “exercícios”espirituais, ou seja, de piedade.
Entendamos que piedade, ou “eusebeia”, significa a vida de santidade do cristão; a vida devocional, que inclui as orações, a leitura da Palavra de Deus, de modo sistemático, a adoração a Deus, de forma constante; a maneira de viver e conviver com as pessoas, zelando pelo bom testemunho cristão, tudo isso é piedade. Podemos concluir que Paulo resumiu a piedade quando escreveu aos coríntios, dizendo: “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor” (1 Co 15.58).
Paulo termina essa parte da epístola, acentuando que “esta palavra é fiel e digna de toda a aceitação” (1 Tm 4.9). Ele se referia a tudo o que já houvera escrito e repassado para Timóteo, como sendo “palavra fiel e digna de toda aceitação”, que ninguém pusesse em dúvida a sinceridade de sua admoestação, visto que não se tratava de afirmações gratuitas ou de opiniões pessoais. Seu ensino era embasado na unção e direção do Espírito Santo, em contraposição aos ensinos dos falsos mestres, que buscavam iludir os crentes com suas falácias e vãs filosofias (Cl 2.8). E encerra dizendo o porquê de tanta luta, tanto esforço, no combate às heresias e zelo pela vida dos crentes de Éfeso, ou de todos os cristãos: “Porque para isto trabalhamos e lutamos, pois esperamos no Deus vivo, que é o Salvador de todos os homens, principalmente dos fiéis” (1 Tm 4.10).

III - A DILIGÊNCIA NO MINISTÉRIO (vv. 11-16; cf. 5.4-16)

1. O Ensino Prescritivo

“Manda estas coisas e ensina-as” (1 Tm 4.11). Era uma determinação de Paulo a Timóteo, para que ele não fraquejasse na ministração da doutrina à igreja em Éfeso, visto que as heresias estavam-se espalhando com certa facilidade, por meio dos “homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência” (1 Tm 4.2). Os verbos “mandar” e “ensinar” (gr. didasko) estão no modo imperativo, denotando o caráter da exortação de Paulo, de modo contínuo e persistente. As “coisas” que foram ensinadas pelo apóstolo deveriam ser ministradas aos crentes de forma incisiva, sem condescendência com os falsos mestres e os falsos ensinos, que tinham origem nos “espíritos enganadores” e nas “doutrinas de demônios”.
Nos tempos presentes, o ensino tem sido negligenciado por muitos líderes de igrejas. Há uma supervalorização do louvor, do cântico, dos hinos, dos instrumentos musicais, em detrimento da pregação e do ensino da Palavra de Deus. Não é por acaso, que há uma geração fraca, “anêmica” e “raquítica” em relação aos conhecimentos e à prática da Palavra de Deus. Há muito falatório, muito barulho, muito grito e dramatização, e pouco ensino fundamentado da doutrina sagrada (didakê). Já predomina uma cultura, no meio de igrejas evangélicas, de que “um culto maravilhoso” é aquele em que se apresenta “um cantor de fora”, ou um “pregador famoso, convidado para os eventos”. Ou um culto, em que haja manifestações gratuitas de emocionalismo infantil, com o famoso “re-té-té”, ou exibicionismo carnal, disfarçado de espiritualidade. Por isso, Paulo não diminuiu a ênfase no ensino. Pelo contrário: disse “manda” e “ensina” as coisas que foram determinadas em sua carta.

Se Paulo ressuscitasse hoje, por permissão de Deus, ou se transfigurasse, como Moisés e Elias, no Monte da Transfiguração, ficaria estupefato, percebendo que o “evangelho politicamente correto” prevalece em muitas igrejas. Com receio de ver a evasão de crentes, há obreiros que nem “mandam” nem “ensinam” o que a Palavra de Deus prescreve de forma clara e imperativa. A doutrina da santidade, por exemplo, tem sido por demais relegada a segundo plano nas ministrações de muitos pastores. A Bíblia é incisiva quanto a esse ensino. Não há o que interpretar o que está claro e evidente, no contexto da doutrina: “mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver” (1 Pe 1.15); “segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14). Santidade e santificação constituem-se doutrina prescritiva do evangelho de Cristo. São fundamentais, e baseiam-se em princípios inegociáveis no âmbito da doutrina cristã. Em muitas igrejas, não se fala em santidade. Mas fala-se em prosperidade material de modo exaustivo, manipulativo e insistente, visando extrair do povo o máximo de dinheiro para os projetos da denominação. Em troca disso, o ensino promete bênçãos sem limites no campo material. É a tal da Confissão Positiva. E dão inclusive a “fórmula da fé”, conforme Kenneth Haggin.
Para fazer a “confissão positiva”, o cristão dever usar as expressões: “exijo”, “decreto”, “declaro”, “determino”, “reivindico”, em lugar de dizer: peço, rogo, suplico. Segundo os adeptos dessa teologia modernista, o cristão jamais pode dizer: “se for da tua vontade”, segundo Benny Hinn, pois isso destrói a fé. Mas Jesus orou ao Pai, dizendo: “Se é da tua vontade... faça-se a tua vontade...” (Mt 26.39,42).

2. O Exemplo dos Fiéis

“Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, na caridade, no espírito, na fé, na pureza” (1 Tm 4.12). Timóteo era um jovem obreiro, com cerca de 30 a 35 anos, e fora enviado para doutrinar uma igreja, onde já havia anciãos ou presbíteros com mais idade.6 O texto bíblico dá a entender que ele era um pouco tímido, como se depreende de 1 Coríntios 6.10,11, em que Paulo pede aos irmãos que recebam Timóteo de forma que o mesmo esteja “sem temor”, sem nenhum desprezo. A exortação de Paulo deveria chegar aos ouvidos dos crentes de Éfeso. Por meio da carta a Timóteo, o apóstolo diz que “ninguém” deveria desprezar (“zombar”, “tratar com desprezo”, “subestimar”) o jovem obreiro. Certamente, foi uma dura recomendação ao jovem obreiro. Em lugar de ser exortado a seguir o exemplo dos anciãos, Paulo diz que Timóteo deveria ser “exemplo dos fiéis”. O texto discrimina seis aspectos em que Timóteo deveria ser exemplar:

1) ‘‘Na palavra"

A princípio, o texto poderia dar a entender que Paulo desejava que Timóteo fosse um exemplo de exímio pregador ou ensinador da Palavra. Mas o contexto indica que ele, como mestre de Timóteo, exortava- -o a que fosse um exemplo dos fiéis na “maneira de falar”, de se expressar, no relacionamento com os demais irmãos. Um obreiro, líder ou não, deve saber expressar-se, jamais usando linguagem vulgar ou chula. Esse entendimento tem respaldo no que o apóstolo escreveu aos efésios: “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem” (Ef 4.29). No mesmo texto, aos efésios, ele diz: “Toda amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmias, e toda malícia seja tirada de entre vós” (Ef 4.31). De fato, um ministro do evangelho não pode ter linguagem inadequada, debochada, “sem classe”, sem pudor ou demagógica. Devemos lembrar que o adjetivo “torpe” a que Paulo recomenda evitar significa “podre” (gr. sapros). Assim, piadas e palavras inconvenientes não devem fazer parte do vocabulário de um obreiro cristão.

2) “No trato”

A expressão refere-se ao comportamento cristão. Não só Timóteo, mas todo jovem ou cristão de qualquer idade deve ser “exemplo dos fiéis” no relacionamento humano e espiritual. E não vemos outra maior fórmula, ou mesmo fórmula para o bom relacionamento cristão, do que as virtudes ou aspectos do “fruto do Espírito”, de que falou Paulo em Gálatas 5.22,23. O relacionamento cristão (o trato) deve expressar a ética cristã. Jesus disse: “Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas (Mt 7.12). Os carnais andam segundo a natureza carnal, herdada de Adão: “Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus” (Rm 8.7,8). Texto mais que didático e compreensível. O trato do crente carnal não pode ser referência para quem quer servir a Deus.
Já o crente espiritual demonstra um “trato” ou comportamento espiritual. Ele é cheio do Espírito Santo” (At 2.4; 4.31; 13.52). “Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito” (Rm
8.1). Os espirituais vivem segundo o Espírito Santo, porque estão em Cristo Jesus” e “não andam segundo a carne”.

3) “Na caridade”

Ser exemplo no amor não é fácil. Mas é a característica mais importante do cristão que quer ser discípulo de Jesus. No Evangelho segundo João, Jesus disse: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (Jo 13.34,35 - grifo nosso). Este versículo demonstra quão grande é o valor da “caridade” ou do “amor cristão. Esse amor, no texto original, é ágape. Não é um amor simplesmente humano, como filantropia, assistência aos necessitados. Essa caridade, que é “o amor em ação”, é o centro da verdade cristã.
Deus enviou Jesus para nos salvar; não foi por sua justiça, mas por seu amor indescritível 0o 3.16). Desse modo, o crente fiel, em Éfeso ou em qualquer lugar onde se congregar, deve ser exemplo no amor cristão. Respondendo a um doutor da Lei, Jesus disse que o primeiro e o maior dos mandamentos é amar a Deus de todo o coração, de todo o entendimento e alma. E o segundo, semelhante a esse, é amar ao próximo como a si mesmo (Mt 22.34-40). Por essa razão, o cristão deve ser o exemplo dos fiéis no amor, para que seja conhecido como discípulo de Jesus (Jo 13.35).

4) “No espírito”

Um ministro do evangelho deve ser “exemplo dos fiéis”, no lado espiritual. E de fundamental importância que o obreiro-líder reserve em sua agenda os momentos especiais, diários, sistemáticos, para o cultivo de sua vida devocional, através da qual ele estreita sua comunhão com Deus. O obreiro precisa orar todos os dias; começar o dia de trabalho sem orar é correr o risco de enfrentar situações difíceis sem encontrar a solução para os problemas que surgem na administração da igreja; o exercício diário da oração é um reforço maravilhoso para a dinamização da igreja local.
Sem oração, é impossível o obreiro ser exemplo “no espírito”. Ela é a chave que abre as portas do sobrenatural, quando o líder da igreja local se coloca de joelhos, buscando a unção do Espírito Santo. Sem oração, o obreiro pode sutilmente se tornar carnal, enveredando por caminhos de iniquidade. Quantos pastores têm caído por falta de oração e vigilância (Mt 26.41). A Bíblia tem exemplos diversos de homens de Deus que oravam sistematicamente. Alguns caíram porque negligenciaram a oração. Davi orava três vezes ao dia (SI 55.17); quando deixou de orar, de cuidar de sua vida espiritual, fracassou terrivelmente; Daniel orava três vezes ao dia (Dn 6.10); Jesus orava diariamente (Mt 26.44 a ); o salmista também tinha o costume de começar o dia, orando e vigiando.

5) “Na fé”

O que Paulo ensinava a Timóteo deveria ser ministrado para os demais obreiros e para a igreja local, a comunidade cristã. Um ministro do evangelho, para ser diligente, precisa exercitar-se na fé. A fé assume vários sentidos na Bíblia. Pode ser a fé para receber milagres (Mc 9.23); a fé para a salvação pessoal (Mt 9.22; Mc 10.52; Lc 7.50); e em outros aspectos. Mas, no texto em apreço, Paulo exortava a Timóteo e por extensão aos ministros do evangelho, que todos precisam ser exemplo na fé, no sentido da confiança firme em Deus, ou seja, no cultivo da virtude da fé (1 Co 13.13), e de uma vida por fé, sem a qual “é impossível” agradar a Deus (Hb 11.6).

6) “Na pureza’’

Ser exemplo na pureza (gr. agneia) é ser puro, “casto”, tanto em termos de ações, atitudes e práticas no seu viver contínuo. Essa pureza deve ser nos pensamentos e nas obras; nos sentimentos e nas práticas cotidianas. Timóteo era ainda um jovem ministro, segundo estudiosos, com cerca de 30 anos; hoje, seria um “solteirão”, esperando pacientemente “no Senhor” (SI 40) pela bênção de ter uma esposa para ser sua companheira no ministério. Mas até que essa bênção se concretizasse, ele haveria de passar por muitas tentações, especialmente na área sexual.
Sem qualquer dúvida, se, no tempo de Timóteo, a exortação de Paulo era oportuna e necessária, que dizer de tal cuidado por parte dos obreiros, jovens ou de mais idade, nos dias presentes? Nunca houve tanta facilidade para o pecado, para a lascívia, para a concupiscência carnal como nos dias em que vivemos. Seja qual for o ministro, se não vigiar nessa parte, precavendo-se das tentações da carne, seja solteiro, seja casado, a probabilidade de queda é muito grande. Com os meios tecnológicos à disposição das pessoas, via internet, telefones, “tablets”, o acesso a relacionamentos ilícitos é muito fácil. A vigilância e a oração têm que ser redobradas. Para ser exemplo na “pureza”, o ministro precisa cultivar a vida de santidade. Sem esta, ninguém chegará ao céu (cf. Hb 12.14).
Se entendemos que santidade quer dizer separação do que é sagrado daquilo que é profano, precisamos, como obreiros do Senhor, zelar por tudo que ocorre no âmbito da igreja local, seja na pregação, no púlpito; seja na adoração, na liturgia, no louvor, nos usos e costumes, na vida moral e social da parcela do rebanho de Deus que nos foi confiada. Os obreiros devem ser exemplo dos fiéis. A disciplina pessoal se faz necessária para que evidenciemos pureza em todas as áreas da vida, mediante a necessária santificação (1 Pe 1.15; Hb 12.14).

3. O Ministro e o Cuidado com o Ministério e consigo Mesmo

1) O cultivo da leitura

“Persiste em ler, exortar e ensinar, até que eu vá” (1 Tm 4.13). Um ministro do evangelho não pode ser um despreparado para o ministério. E seu preparo tem que passar pelo costume diuturno de ler, em primeiro lugar, a Palavra de Deus. Estudo recente, por entidade de pesquisa ministerial, dá conta de que 57% dos pastores nunca leram a Bíblia toda. E algo preocupante. Se não ler, como pode estimular os crentes a lerem a Palavra de Deus? E por causa dessa negligência na leitura bíblica que o ensino que parte de muitos púlpitos é fraco, superficial e inconsequente.
Para compensar, muitos pastores recorrem ao “espetáculo” de emocionalismos, gritos e até de “palhaços”, ou recorrem-se às danças, ao balé, em que o púlpito se torna um picadeiro, e a igreja um “circo” de profanação do bom nome da igreja de Cristo. Por isso, é tão importante a exortação a Timóteo para que se aplicasse à leitura, que pode ser tanto da Bíblia como de boas fontes de estudo bíblico, para que pudesse exortar e ensinar à igreja.

2) A valorização do dom do ministério

Não desprezes o dom que há em ti, o qual te foi dado por profecia, com a imposição das mãos do presbitério. Medita estas coisas, ocupa-te nelas, para que o teu aproveitamento seja manifesto a todos” (1 Tm 4.14,15).
Paulo queria que seu discípulo não negligenciasse seu ministério, qué lhe foi confiado por Deus, por meio do ministério, com o ato de caráter espiritual de imposição de mãos.
Deus valoriza os gestos e os atos, quando feitos por fé e não por mera formalidade ritualística. O “dom” concedido a Timóteo teve o respaldo da “profecia”, ou de revelação espiritual da parte de Deus. Esse “dom” certamente eram as habilidades que Timóteo recebera para exercer seu ministério. E deveria valorizar, ocupando-se na obra do Senhor com diligência e zelo. Deus não se agrada de quem faz “a obra do Senhor fraudulentamente” ou “relaxadamente” (Jr 48.10).

3) O cuidado de si mesmo e dos outros

“Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina; persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem” (1 Tm 4.16). A preocupação com a vida pessoal envolve aspectos relevantes. O obreiro precisa ter cuidado com a sua integridade moral e espiritual: deve ser íntegro. Essa palavra quer dizer: inteiro, completo; perfeito, exato; reto, imparcial, inatacável (Dicionário Aurélio). Integro é o líder que faz o que diz e diz o que faz; é o que dá testemunho dentro e fora de casa; dentro e fora da igreja; na presença ou na ausência dos liderados (cf. Mt 5.37; Tg 2.12).
Nesse cuidado consigo mesmo, o obreiro precisa ter cuidado com sua saúde. O apóstolo João, escrevendo a seu amigo Gaio, desejou-lhe saúde (3 Jo 2). No que cabe a si, o líder deve obedecer aos princípios bíblicos e científicos no cuidado com a saúde: oração, boa alimentação, repouso, exercício, atitude mental correta, evitar o estresse, a tensão emocional. Pesquisas mostram que os pastores são submetidos a tensões fora do comum, e são acometidos de doenças cardiovasculares, nervosas ou psicossomáticas. O zelo por si mesmo, pela sua mente e pelo seu corpo contribui para que o obreiro tenha melhores condições emocionais e físicas no desenvolvimento de sua missão.
Além do cuidado consigo mesmo, Paulo exorta Timóteo a que tenha cuidado no trato com algumas pessoas que merecem atenção especial no seio da congregação. Com relação aos anciãos, ou idosos, da “terceira idade”, Paulo diz que não devem ser repreendidos asperamente quando falharem, mas admoestados “como a pais” (1 Tm
5.1); quanto aos jovens, é interessante sua recomendação: “aos jovens, como a irmãos” (1 Tm 5.1).
Paulo tinha grande sensibilidade para com as mulheres. Ele não desprezava sua cooperação à obra do Senhor no ministério eclesiástico. Aos Romanos, ele indicou o nome de várias mulheres que foram valiosas cooperadoras ao seu lado (Rm 16.1-15). Na carta a Timóteo, ele ensinou como tratar as mulheres na igreja: “Às mulheres idosas, como a mães, às moças, como a irmãs, em toda a pureza. Honra as viúvas que verdadeiramente são viúvas” (5.2,3). Note-se a preocupação em enfatizar o cuidado com as viúvas, mas ressaltando “as que verdadeiramente são viúvas”. Ao que parece, essa preocupação devia-se ao fato de haver algumas mulheres oportunistas, que queriam viver de modo leviano, às custas da igreja (Ler 1 Tm 5.3-13).

CONCLUSÃO

A apostasia dos últimos tempos revela-se de modo acentuado no meio evangélico. Pregadores e ensinadores de doutrinas esdrúxulas têm bastante espaço no ambiente de muitas igrejas. O remédio para evitar esse tipo de problema é o ensino sistemático e na unção de Deus para todos os obreiros e igreja em geral. Nosso referencial teológico e de fé é a Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus. O ministério pode ser bem-sucedido ou um fracasso. Será uma bênção se o seu líder, ao lado de auxiliares fiéis, e respaldo da igreja local, procurarem viver de acordo com a sã doutrina, que é o ensino fundamentado e consolidado, com base na Palavra de Deus. Que o Senhor guarde os ministros, os ministérios e as igrejas dos ataques do Maligno nesses últimos tempos, que antecedem a vinda de Jesus.

Notas

1 CPAD. Bíblia de estudo pentecostal, p. 1856.

2 Russel Normam CHAMPLIN. O Novo Testamento interpretado - versículo por versículo. Vol. 5, p. 318.

3 Gordon D. FEE. Novo comentário bíblico contemporâneo 1 & 2 Timóteo e Tito, p. 115.

4 Daí vem a palavra “ginásio” (lugar de prática de exercício ou de esportes).

5 Éfeso: Cidade greco-romana, a segunda maior do Império, depois de Roma. Tinha larga tradição no mundo esportivo.

6 Gordon D. FEE. 1 & 2 Timóteo e Tito, p. 119.


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Dinâmica da Lição 05: Apostasia, Fidelidade e Diligência no Ministério (Adultos)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Fale: A lição de hoje tem como tema Apostasia, Fidelidade e Diligência no Ministério.
- Pergunte: O que leva um cristão a ser um apóstata? Ouça as respostas atentamente e em seguida pergunte: O que precisamos fazer para não cair em apostasia?
- Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição sempre de forma participativa e contextualizada.
- Encerre o estudo desta lição, utilizando a dinâmica “O líder fiel”.


Dinâmica: O líder fiel

Objetivo:
Sensibilizar os líderes para que exerçam sua função com fidelidade diante de Deus.
Material didático:
Figuras de alguém com dinheiro na mão, vendedor, administrador de empresa, pastor.
Pedaços retangulares de cartolina vermelha
Pedaços retangulares de cartolina verde
01 folha de papel madeira
Atividade didática:
- Coloquem no quadro as 04 figuras e façam as seguintes perguntas:
Pessoa com dinheiro: Vocês confiariam de colocar todo o seu dinheiro na mão de alguém infiel na administração do dinheiro alheio?
Vendedor: Vocês fariam suas compras com um vendedor que tem o vício de enganar as pessoas em suas vendas?
Administrador de empresa: Vocês confiariam a administração de uma empresa que você tenha nas mãos de um administrador de empresa infiel e que sempre usou de engano nas empresas que foram administradas por ele?
Pastor: Vocês fariam parte de uma igreja onde o pastor é traidor, indisciplinado e infiel no ministério?
- Observem as respostas e reflitam sobre elas. Certamente as respostas serão negativas, tendo em vista a falta de fidelidade dessas pessoas.
- Agora pergunte: Por que Paulo alertou a Timóteo sobre os apóstatas e o exortou a ser fiel em seu ministério?
Temos em Paulo um modelo de liderança servidora e fiel.
- A liderança é algo muito comum no nosso cotidiano, quer seja na nossa família, na igreja, no trabalho etc. Ora somos lideres, ora liderados. Vivenciamos posturas diferentes de lideres, porém esta lição enfatiza os princípios da liderança servidora.
- Pergunte como deveria ser as formas de liderança, de um modo geral, por aqueles que exercem o papel de liderança e anote as respostas num quadro.
Por exemplo: Pastor, Líder do Setor, Superintendente da EBD, dirigente de Círculo de Oração, Comissão de Visitas, regente de conjunto ou coral, professor(a) da EBD, pregador(a), mãe, pai , no trabalho secular, etc.
- Distribuam dois pedaços de cartolina verde e vermelha para cada aluno e solicitem aos alunos para destacarem um ponto positivo(cartolina verde) e um negativo(cartolina vermelha) da liderança que eles exercem; não precisa de identificação dos nomes dos alunos; colem numa folha de papel madeira, separando-os em duas colunas; o grupo deverá identificar quais características precisam melhorar ou aquelas que necessitam continuar.
 - Trabalhem com a turma o conteúdo dos itens da lição, observando sempre como os princípios dessa liderança podem ser absorvidos ou melhorados nas nossas ações.

Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.


Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

Ideia original: Sulamita Macedo


Adaptada por Escriba Digital
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Dinâmica da Lição 05: As Epidemias Globais (Jovens)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: As Epidemias Globais.
- Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.
- Depois, apliquem a dinâmica Fazendo a minha parte”.

Dinâmica: Fazendo a minha parte

Objetivo:

Refletir sobre o compromisso cristão de orar pelos enfermos e cuidar dos doentes.
Material didático:
Perguntas a serem desenvolvidas no debate (veja sugestão)
Folhas de papel A4 ou ofício
Lista de pessoas doentes que precisam de orações e visitas
Atividade didática:
Durante a semana busque no bairro irmãos que se encontram enfermos e faça uma lista e leve para o dia de sua aula. Divida a turma em dois grupos, o primeiro será chamado de grupo de visita aos enfermos e o segundo grupo de oração pelos enfermos. Cada grupo terá dez minutos para discutirem entre si três temas e em seguida terão entre cinco a dez minutos para expor os assuntos que foram discutidos.
Assuntos para discussão:
Grupo de visita aos enfermos:
-Negligência a visita aos enfermos.
-Quem visita um enfermo está demonstrando preocupação com ele.
-Quem visita um enfermo precisa ter fé, mas também sabedoria.

Grupo de oração pelos enfermos
-Quem ora pelos enfermos está obedecendo a um chamado divino.
-Quem ora pelos enfermos sabe a importância da fé a das promessas de Deus na Bíblia.
-A oração pelos enfermos é algo que deve ser feito com seriedade e muito amor.

Após a discussão fale para os alunos que não serviria de nada apenas discutirmos o assunto e não colocarmos em prática. Agora entregue a lista elaborada por você durante a semana para os dois grupos. O primeiro grupo terá como tarefa durante a semana visitar os enfermos da lista enquanto que o segundo grupo terá com responsabilidade orar a semana inteira pelos enfermos da lista. 

Na próxima aula eles deverão contar como foi a experiência.



Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.


Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!


Por Escriba Digital
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Dinâmica da Lição 05: A justiça de Deus (Juvenis)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6 – Agora, trabalhem o conteúdo da lição. Vejam as sugestões abaixo:
- Apresentem o título da lição: A justiça de Deus.
- Em seguida, deguste com os seus alunos cada assunto importante da lição, sempre de forma criativa e contextualizada.
- Para o encerramento da aula de hoje sugerimos a dinâmica Os atributos de Deus”.

Dinâmica: Os atributos de Deus
Objetivo:
Relacionar os atributos divinos, destacando a justiça de Deus.
Material didático:
Tesoura
Cartolina
Atributos divino (Escritos logo abaixo)
Guloseimas tipo bombons ou pequenos presentes.
Uma pequena mesa
Atividade didática:
Recorte a cartolina em vinte partes iguais. Em cada pedaço você irá escrever: Na parte da frente um atributo divino e na parte de trás a definição desse atributo (Veja sugestão logo abaixo). Coloque todos os pedaços de cartolina com os atributos divino em cima de uma pequena mesa. O atributo justiça ficará guardado com você para ser lido por último. Leve para a sala também uma boa quantidade de guloseimas ou presentes. Para esta dinâmica é importante que a quantidade de guloseimas ou presentes tenha, no mínimo, a mesma quantidade do número de participantes. Estes presentes ou guloseimas devem ser leves e de fácil manejo, pois irá passar de mão em mão. Tente embrulhar todos em um só volume de forma atrativa com um papel bonito e brilhante para aumentar o interesse dos participantes em ganhá-lo.
Inicie a dinâmica dizendo que hoje vamos refletir um pouco sobre os atributos de Deus, especialmente sobre o atributo chamado justiça. Peça que cada aluno vá à mesa e escolha um atributo divino que ele ache interessante. Diga que devem escolher com cuidado pois quem escolher o atributo que for mais interessante vai ganhar um presente. Depois que todos os alunos pegarem um papelzinho peça para que cada um leia o nome e a definição do atributo que escolheu. No final de cada leitura o aluno deve dizer eu mereço ganhar esse presente. Após a leitura o aluno deve entregar o papel para você. O último papel a ser lido será o seu.
Amor - O amor envolve afeição, mas também envolve atitude de entrega, cuidado e correção. O amor busca o bem do ser amado e paga o preço pela promoção desse bem. Eu mereço ganhar esse presente.
Bondade - A bondade divina pode ser definida como a preocupação benevolente com suas criaturas (At 14.17). Eu mereço ganhar esse presente.
Misericórdia - A misericórdia é o aspecto da bondade que faz Deus demonstrar piedade e compaixão (Ef 2.4,5). Eu mereço ganhar esse presente.
Santidade - Significa que Deus é separado de tudo que é indigno ou impuro e que, ao mesmo tempo, é completamente puro e distinto de todos os outros. Eu mereço ganhar esse presente.
Verdade - Quer dizer que Deus é coerente consigo mesmo, que ele é tudo que deveria ser, que ele se revelou como realmente é e que sua revelação é totalmente confiável, pois Ele não mente. Eu mereço ganhar esse presente.
Fidelidade - É uma perfeição em Deus pela qual Ele é fiel à sua Palavra e a todos os Seus concertos. Ele nunca quebra um contrato consigo mesmo nem com Suas criaturas. O que Ele propôs, isto fará, e o que prometeu, isto executará. Eu mereço ganhar esse presente.
Unidade - Significa que só existe um Deus e que ele é indivisível. Eu mereço ganhar esse presente.
Longanimidade - A longanimidade fala sobre o controle diante das provocações (1Pe 3.20). Eu mereço ganhar esse presente.
Imensidão - É a perfeição de Deus pela qual Ele transcende (ultrapassa) todas as limitações espaciais e, contudo está presente em todos os pontos do espaço com todo o seu Ser PESSOAL. Eu mereço ganhar esse presente.
Eternidade - A eternidade significa que Deus não tem começo nem fim. Sua existência é eterna, tanto no passado como no futuro, sem interrupções ou limitações causadas por uma sucessão de eventos. Eu mereço ganhar esse presente.
Imutabilidade - A imutabilidade significa que Deus não muda. Não quer dizer que ele esteja imóvel ou inativo, mas que não se altera, cresce ou se desenvolve. Eu mereço ganhar esse presente.
Infinitude - A infinitude significa que Deus não tem limites ou limitações. Não é limitado nem pelo tempo, nem pelo espaço. Eu mereço ganhar esse presente.
Liberdade - Deus independe das suas criaturas e da sua criação. Não há qualquer criatura que impeça Deus ou que o obrigue a algo. Eu mereço ganhar esse presente.
Vida - Deus tem vida; Ele ouve, vê, sente e age, portanto é um Ser vivo e o princípio de vida. Eu mereço ganhar esse presente.
Onipotência - Deus pode fazer qualquer coisa compatível com sua própria natureza. Mesmo podendo tudo, o que ele escolhe fazer ou não tem motivos que só ele conhece. Eu mereço ganhar esse presente.
Onipresente - Significa que Deus está presente em todos os lugares, inclusive aqui. Eu mereço ganhar esse presente.
Onisciência - Deus sabe todas as coisas de modo pleno sem esforço algum. Não há coisas ou assuntos que ele não conheça melhor que outros. Ele conhece tudo igualmente bem. Eu mereço ganhar esse presente.
Soberania - Significa, em primeiro lugar, que Deus é o ser supremo do universo e, em segundo lugar, que ele é o poder supremo do universo. Eu mereço ganhar esse presente.
Auto-Existente - Significa que Ele existe por si mesmo. Deus é absolutamente independente de tudo fora de Si mesmo para a continuidade e perpetuidade de Seu Ser. Deus é a razão de sua própria existência.  Eu mereço ganhar esse presente.
Justiça – Justiça é a união de todos os atributos divinos. Justiça significa dar a cada um o que merece. Deus é um juiz imparcial. Ele julga a causa. Os homens geralmente julgam a pessoa, mas não a causa. Como Deus é justo, a sua justiça faz com que Ele perceba que todos merecem ganhar o presente. Agora abra e distribua uma guloseima ou um presente para cada aluno.


Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.


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Dinâmica da Lição 05: Padrões Sociais de Beleza (Adolescentes)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6 – Agora, você inicia o estudo da lição. Veja estas sugestões:
- Apresente o título da lição: Padrões Sociais de Beleza
- Trabalhe os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.
- Depois, aplique a dinâmica “A Beleza interior”.

Dinâmica: A Beleza interior

Objetivo:
Desenvolver a consciência dos jovens em relação ao seu físico; perceber o papel dos meios de comunicação ao influenciar nossa auto-imagem e como esta afeta nossa conduta; introduzir um conceito mais amplo de beleza, ressaltando especialmente a interior.
Material didático:
02 cartolina
Revistas de beleza e moda
02 tesouras
02 cola
Fotos de beleza e moda da internet.
Atividade didática:
Durante a semana busque fotos na internet e nas revistas de beleza e moda e leve para sala de aula. Divida a classe em dois grupos segundo o sexo: meninos e meninas. Entregue aos grupos as fotos e revistas de beleza e moda, cola, tesoura e cartolina. Em seguida peça ao grupo das meninas que faça uma colagem sobre o homem ideal e ao grupo dos meninos, sobre a mulher ideal. Em seguida cada grupo apresenta sua colagem a classe. Interaja com os alunos desenvolvendo uma plenária onde serão discutidos os seguintes pontos:
- Quais atributos nas mulheres atraem os homens?
- Quais atributos nos homens atraem as mulheres?
- Que diferença entre homens e mulheres você percebe, analisando os trabalhos apresentados?
- O que deve ser observado na escolha de alguém para se namorar?
- Qual o papel que a imagem corporal ocupa na sua escolha?
- Como se forma em nós a ideia de “corpo atraente”?
Conclua a dinâmica mostrando que a beleza interior nos cativa, nos apaixona, nos encanta. Beleza é algo que precisa ser duplamente obtida. Não nasça belo, se faça belo. Claro que beleza exterior importa é hipocrisia dizer que não, mas ela é tão insignificante que quando a interior é apresentada o resto é secundário. 
A beleza interior faz de si uma pessoa bonita – Um corpo bonito não lhe garante um coração bom! Pode ser uma pessoa com um corpo fantástico ou de invejar, mas ao mesmo tempo ser uma pessoa insuportável, difícil de aturar e impossível de amar. O que define a sua beleza e o seu caráter é sem dúvida a sua beleza interior, a sua generosidade, o carinho e todas as caraterísticas que não estão espelhadas no seu corpo.
A beleza interior tem longa duração – A beleza exterior só dura muito tempo com um bom investimento em produtos de limpeza ou até plásticas para conseguir ter o aspeto que dia após dia se vai degradando. Enquanto que a beleza exterior pode atrair olhares e despertar a paixão ou o desejo, a beleza interior é mais que isso, é o que estabelece a diferença, ela conquista pessoas. Ninguém aguentaria uma vida inteira com uma pessoa sem qualquer personalidade ou com uma personalidade completamente degradante.

Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!


Ideia original: Projeto Adolescência Criativa Olodum


Adaptada por escriba
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Dinâmica da Lição 05: O Caminho para a Morte (Pré-Adolescentes)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6 – Agora, dê inicio ao estudo da lição. Siga as sugestões:
- Apresente o título da lição: O Caminho para a Morte.
- Fale que este título faz referência ao sofrimento de Jesus.
- Depois, utilizem a dinâmica “Sofrimento Humano e Sofrimento de Cristo”.
- Em seguida, trabalhe o conteúdo da lição.  Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.

Dinâmica: Sofrimento Humano e Sofrimento de Cristo

Objetivo:
Mostrar o propósito do sofrimento de Jesus.
Material didático:
01 Chicote ou um cinto ou um cinturão
01 Símbolo de interrogação
01 alfinete ou agulha
01 folha de papel madeira ou cartolina
Atividade didática:
- Pergunte:
. Alguém já sofreu uma agressão física de algum colega numa discussão, briga ou já apanhou injustamente dos pais? Como você se sentiu?
Para este aluno que vai relatar este caso, entreguem um chicote ou um cinto, para representar a situação vivenciada.
. Alguém já foi incompreendido entre os amigos ou em casa?
Para este aluno que vai relatar este caso, entreguem um símbolo de interrogação.
. Alguém já se furou com algo perfurante, como prego, alfinete etc?
Para este aluno que vai relatar este caso, entreguem uma alfinete ou agulha, para representar a situação vivenciada.
- Fale: Todas estas situações causaram sofrimento, tristeza etc. Mas, hoje vamos estudar sobre uma pessoa que sofreu muito e nem se compara com o que vocês relataram.
- Fale: Vocês já sabem que antes da crucificação de Jesus, aconteceram várias situações que provocaram muito sofrimento para Ele.
- Apresentem uma folha de madeira ou cartolina com um desenho de uma cruz em tamanho grande.
- Fale que a cruz vai representar o sofrimento de Jesus.
- Peça para que os alunos citem estes fatos que eles lembram que causaram sofrimento de Jesus antes de sua morte na cruz. As respostas devem ser escritas ao redor da cruz.
Incompreendido
Injustiçado
Chicoteado
Torturado
Cuspido no rosto
Coroa de espinhos na cabeça
Morte na cruz
- Agora questione com os alunos: O sofrimento de Jesus foi provocado por Deus ou pelo diabo? Por que Jesus passou por tanto sofrimento? Ouça as respostas atentamente.
- Diga que o sofrimento de Cristo foi planejado por Deus. Fale que Isaías 52:14 declara: "Como pasmaram muitos à vista dele (pois o seu aspecto estava mui desfigurado, mais do que o de outro qualquer, e a sua aparência, mais do que a dos outros filhos dos homens)". Jesus sofreu de forma muito cruel durante seu julgamento, tortura e crucificação (Mateus capítulo 27, Marcos capítulo 15, Lucas capítulo 23, João capítulo 19). Por mais horrível que Seu sofrimento físico tenha sido, não foi nada comparado ao grande sofrimento espiritual pelo qual passou. 2 Coríntios 5:21 diz: "Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus." Jesus sofreu pois tinha o peso do pecado do mundo inteiro nos Seus ombros (1 João 2:2). Foram os nossos pecados que fez Jesus clamar: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Mateus 27:46). Então, por mais brutal que o sofrimento físico de Jesus tenha sido, não foi nada em comparação com o fato de que Ele teve que carregar os nossos pecados - e morrer pelos nossos pecados (Romanos 5:8). Isaías capítulo 53, versículos 3 e 5 especialmente, prediz o sofrimento de Jesus: “Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”

- Agora, trabalhe os pontos levantados na lição.

Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!


Ideia original: Sulamita Macedo.


Adaptação da dinâmica: Escriba Digital
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Dinâmica da Lição 05: Vencendo a tentação (Discipulando 3º Ciclo)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6 – Agora, trabalhem o conteúdo da lição. Vejam as sugestões abaixo:
- Apresentem o título da lição: Vencendo a tentação.
- Para introduzir o estudo do tema, utilizem a dinâmica “Como está sua resistência?”.
- Em seguida, trabalhem outros pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.
- Para concluir, perguntem: O que vocês aprenderam sobre a tentação?
Aguardem as respostas.
Tentações, todos nós estamos sujeitos, qualquer que seja o cristão, ninguém está livre de sofrer tentações, a diferença está na resistência, como anda a sua?
Você pode abrir a discussão deste assunto com os novos convertidos utilizando esta simples dinâmica. Muitos novos convertidos reclamam que passam por muitas tentações e que são fracos, mas eles têm resistido? Buscam situações que levam a tentação? Abrem mão de si ou priorizam suas vontades e não em agradar ao Senhor? Destaque o quanto é importante se revestir do “novo homem” e está sempre se “equipando” espiritualmente, quanto mais protegidos com a Palavra, oração e comunhão com Deus, melhor.

Dinâmica: Como está sua resistência?

Material didático:

Uma sacola de papel;
Uma caixa reforçada de papel (tipo caixa de leite ou suco)
Uma jarra cheia d’água
Uma vasilha para evitar encharcar tudo
Atividade didática:
Ponha numa mesa, diante da turma, os materiais de que vai precisar: a sacola de papel, a caixa de papel, a jarra d’água e a vasilha para quando você for encher a sacola, utilizar embaixo para evitar molhar a mesa.

Apresente a eles a sacola de papel, fale de que é feita e sobre seu grau de resistência, faça a mesma coisa com a caixa de leite, diga que tanto a sacola quanto a caixa são do mesmo material, ou seja, papel, mas o grau de revestimento e resistência de cada uma delas é diferente.

Peça um voluntário para segurar a sacola de papel enquanto você pega a jarra com água e enche a sacola d’água, à medida que for enchendo d’água interaja com eles, indagando até que ponto aquela sacola suportará a pressão ... (use a vasilha embaixo da sacola enquanto enche de água, assim, se romper, não molha a mesa e tudo ao redor...)

Após encher um pouco a sacola de papel pergunte até quando ela vai suportar, ressalte que a sacola está toda encharcada e visivelmente fragilizada a ponto de romper de vez a qualquer momento...
Depois, faça o mesmo procedimento com a caixa de leite/suco e compare a reação de ambas em relação à água, são do mesmo material, mas com resistências diferentes! Por quê?! Dê oportunidade para eles falarem.

Agora leia o texto bíblico de reflexão e demais referências relacionadas à tentação e resistência espiritual, peça que eles leiam as referências, explique, aplique e discuta com eles a importância do cristão resistir as tentações e que para isso, é preciso se esforçar para se proteger, para melhor ter forças e com a graça do Senhor, vencer.

Enquanto a caixa aguenta e resiste, a sacola só encharca, absorvendo tudo de imediato sem nenhuma resistência, pergunte: Você é igual a sacola ou a caixa? Você resiste ou cede logo? (não precisam responder, é só pra refletir).

Se você resiste à tentação na primeira vez que surgir, será mais fácil resistir da próxima vez, se você continuar resistindo, vai ficando cada vez mais confiante e mais fácil resistir, e aquele “mostro” que você temia já não causa tanto medo e receio assim... Mas o oposto também acontece, se cedermos da primeira vez à tentação, fica mais difícil resistir da próxima vez que formos cercados por ela, se continuar caindo será fácil cair novamente, pois pode tornar-se um hábito e levar até mesmo a um vício!

Mostre aos alunos que mesmo se esforçando, se alguém cair em tentação e pecar contra Deus, temos um advogado: Jesus! (1 Jo 2:1) E que podemos recorrer a Ele, com confissão, arrependimento sincero e novas atitudes, Deus tem o perdão e o levantar, podemos caminhar firmes com confiança novamente.

Você também pode pesquisar como são feitas as embalagens e adaptar a dinâmica conforme seus objetivos e classe.
Texto bíblico de reflexão:
“Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo” (1 Pedro 5:8-9).
Textos bíblicos relacionados para estudo e discussão em grupo:
1 Pedro 5:8,9; 2 Pedro 2:9
1 João 1:9; 2:1,12; 4:4
1 Coríntios 10:13
Hebreus 12:6
Tiago 1:2,3 e 2; 4:7
Daniel 1:8
Lucas 4:5 a 8
Efésios 4:24; 6:10-18

2 Timóteo 2:22

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